{"id":928,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/o-que-sabemos-sobre-o-buraco-negro-no-meio-da-via-lactea\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"o-que-sabemos-sobre-o-buraco-negro-no-meio-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/o-que-sabemos-sobre-o-buraco-negro-no-meio-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"o que sabemos sobre o buraco negro no meio da Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Ontem (12), olhamos pela primeira vez para Sagit\u00e1rio A*, o buraco negro supermassivo no centro da nossa gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea. Confirmando definitivamente sua exist\u00eancia, a imagem in\u00e9dita \u00e9 um grande marco para nossos estudos do Universo.<\/p>\n<p><strong>Tilt<\/strong> re\u00fane aqui o que j\u00e1 sabemos sobre este tit\u00e3 c\u00f3smico adormecido, que ainda guarda muitos mist\u00e9rios.<\/p>\n<h2><strong>Tamanho<\/strong><\/h2>\n<p>Astr\u00f4nomos estimam que Sagit\u00e1rio A* (pronunciado &#8220;Sagit\u00e1rio A estrela&#8221; e abreviado como Sgr A*) tenha uma massa gigantesca, de 4,3 milh\u00f5es de vezes a do nosso Sol. Seu di\u00e2metro seria de aproximadamente 23,5 milh\u00f5es de quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Mas em termos astron\u00f4micos, comparando com a Via L\u00e1ctea inteira &#8211; uma gal\u00e1xia espiral com 100.000 anos-luz de largura e 1.000 de espessura -, isso \u00e9 relativamente pequeno. Um buraco negro \u00e9 um objeto bem compacto e denso.<\/p>\n<p>Seu disco de acre\u00e7\u00e3o (nuvem brilhante de g\u00e1s, poeira e outros materiais c\u00f3smicos, que gira ao redor do buraco e o alimenta) se estende por entre 5 e 30 anos-luz, e pode chegar a uma temperatura de 10 milh\u00f5es de graus Celsius na \u00e1rea mais interna, devido ao atrito entre as part\u00edculas.<\/p>\n<h2><strong>Funcionamento<\/strong><\/h2>\n<p>Quase todas \u2014 se n\u00e3o todas \u2014 as gal\u00e1xias espirais e el\u00edpticas possuem um objeto como este em seu centro. Tudo que h\u00e1 na Via L\u00e1ctea (com seus 13,6 bilh\u00f5es de anos de idade) orbita Sagit\u00e1rio A*, incluindo nosso Sistema Solar. Estamos a cerca de 26.000 anos-luz de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<div class=\"photoembed-wrapper\">\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x421 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/21\/2022\/05\/12\/via-lactea-sagitario-1652410625242_v2_750x421.png\" class=\"pinit-img\" alt=\"via lactea sagitario - Nasa - Nasa\" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x253&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x421&quot;,&quot;md&quot;:&quot;600x337&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x421&quot;}\" width=\"750\" height=\"421\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 56.13333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-credit\"><span>Imagem: Nasa<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Mas ele passa a maior parte do tempo dormente, absorvendo mat\u00e9ria ocasionalmente. Quando isso acontece, s\u00e3o emitidos flashes de raios-X que conseguimos detectar.<\/p>\n<p>Buracos negros &#8220;comuns&#8221; s\u00e3o formados quando grandes estrelas colapsam, ap\u00f3s cessar a fus\u00e3o nuclear. Mas o mecanismo que forma algo supermassivo como Sgr A* ainda n\u00e3o \u00e9 conhecido, visto que n\u00e3o h\u00e1 estrelas t\u00e3o enormes a ponto de diretamente resultarem nele.<\/p>\n<p>Duas possibilidades s\u00e3o: o crescimento exagerado de um buraco negro ao engolir mat\u00e9ria das vizinhan\u00e7as; ou a fus\u00e3o de buracos menores em um s\u00f3.<\/p>\n<h2><strong>Ele vai nos engolir?<\/strong><\/h2>\n<p>Buracos negros n\u00e3o exatamente sugam mat\u00e9ria; eles &#8220;apenas&#8221; capturam em sua gravidade qualquer coisa que se aproxime demais. Se, hipoteticamente, nosso Sol fosse substitu\u00eddo por um buraco negro do mesmo tamanho, a Terra provavelmente permaneceria est\u00e1vel em sua \u00f3rbita (mas sem o calor e a luz de nossa estrela, o que impossibilitaria a vida).<\/p>\n<p>Muitos buracos negros consomem g\u00e1s, poeira e material de estrelas pr\u00f3ximas, que v\u00e3o sendo acumulados no disco de acre\u00e7\u00e3o e gradualmente se movendo para o centro. Quando ele se alimenta, h\u00e1 um violento processo com poderosas emiss\u00f5es e jatos \u2014 criando uma \u00e1rea chamada n\u00facleo gal\u00e1ctico ativo (<span>AGN<\/span>).<\/p>\n<p>Sagit\u00e1rio <span>A*<\/span> \u00e9 um gigante adormecido. Atualmente, ele n\u00e3o engole mat\u00e9ria suficiente para ter um <span>AGN<\/span>. Assim, uma estrela, planeta, ou outro objeto teria de atingi-lo quase que diretamente para ser consumido.<\/p>\n<p>Mas, em cerca de 4 bilh\u00f5es de anos, tudo pode mudar. A Via L\u00e1ctea inevitavelmente ir\u00e1 colidir e se fundir com Andr\u00f4meda, fornecendo outro buraco negro potencialmente maior em nossa vizinhan\u00e7a.<\/p>\n<p>N\u00e3o viveremos para ver isso, mas nos resta muito a aprender sobre Sagit\u00e1rio A*. As pr\u00f3ximas observa\u00e7\u00f5es do Event Horizon Telescope podem nos ajudar a decifrar segredos do objeto c\u00f3smico que moldou nossa gal\u00e1xia.<\/p>\n<h2><strong>Observa\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h2>\n<p>Buracos negros s\u00e3o especialmente dif\u00edceis de serem detectados: al\u00e9m de n\u00e3o emitirem luz e estarem muito distantes, eles criam um &#8220;horizonte de eventos&#8221; ao seu redor, um ponto de n\u00e3o-retorno de onde nada, nem mesmo f\u00f3tons, conseguem escapar. As observa\u00e7\u00f5es, em geral, n\u00e3o s\u00e3o \u00f3pticas e diretas, mas sim por ondas de r\u00e1dio e pelos efeitos que causam em seu ambiente.<\/p>\n<p>Observar Sagit\u00e1rio A* da Terra \u00e9 um desafio ainda maior, pois temos de lidar com as interfer\u00eancias da espessa camada de poeira em que ele est\u00e1 envolto. Mas astr\u00f4nomos desenvolveram maneiras de espi\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Por exemplo, a massa e o raio de um corpo central podem ser determinados observando a influ\u00eancia gravitacional exercida sobre os objetos a sua volta. Para medir Sgr A*, ent\u00e3o, foi monitorada a estrela S2, que gira em torno dele a uma dist\u00e2ncia de 18 bilh\u00f5es de quil\u00f4metros e uma velocidade de 11,4 km\/h, em uma \u00f3rbita altamente el\u00edptica de 16 anos.<\/p>\n<p>Do ponto de vista de nosso planeta, ele fica na fronteira das constela\u00e7\u00f5es de Sagit\u00e1rio e Escorpi\u00e3o, perto do Aglomerado da Borboleta (M6) e da estrela Shaula (o ferr\u00e3o do Escorpi\u00e3o). O que vemos \u00e9 o disco de acre\u00e7\u00e3o \u2014 afinal, o buraco em si n\u00e3o emite luz.<\/p>\n<div class=\"photoembed-wrapper\">\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x421 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/96\/2022\/05\/12\/imagem-do-observatorio-alma-no-deserto-do-atacama-chile-com-perspectiva-do-buraco-negro-sagitario-a-1652361153930_v2_750x421.jpg\" class=\"pinit-img\" alt=\"sagitario - Jos\u00e9 Francisco Salgado\/ESO e EHT - Jos\u00e9 Francisco Salgado\/ESO e EHT\" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x253&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x421&quot;,&quot;md&quot;:&quot;600x337&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x421&quot;}\" width=\"750\" height=\"421\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 56.13333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-title\">\n<p>Paisagem do observat\u00f3rio ALMA, no deserto do Atacama (Chile), com perspectiva do buraco negro Sagit\u00e1rio A*<\/p>\n<p> <span>Imagem: Jos\u00e9 Francisco Salgado\/ESO e EHT<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<h2><strong>Como foi fotografado?<\/strong><\/h2>\n<p>Um \u00fanico telesc\u00f3pio, nem mesmo o moderno e espacial James Webb, jamais conseguiria captar um buraco negro. Em termos de escala, considerando tamanho e dist\u00e2ncia, conseguir enxergar Sagit\u00e1rio A* daqui seria como ver um donut na superf\u00edcie da Lua.<\/p>\n<p>A imagem foi uma conquista do projeto Event Horizon Telescope, (EHT) uma rede de 11 r\u00e1dio-observat\u00f3rios espalhados pelo planeta: Ant\u00e1rtica, Chile, Espanha, Estados Unidos (Arizona e Hava\u00ed), Fran\u00e7a, Groenl\u00e2ndia e M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Eles atuam sincronizados, como se formassem um gigantesco telesc\u00f3pio do tamanho da Terra, para detectar sinais c\u00f3smicos. Depois, seus dados s\u00e3o combinados para compor a imagem que, embora pare\u00e7a borrada, <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/colunas\/thiago-goncalves\/2022\/05\/12\/como-foi-feita-a-imagem-do-buraco-negro-no-centro-da-via-lactea.htm?cmpid=copiaecola\">tem uma resolu\u00e7\u00e3o absurdamente alta<\/a>.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o segundo buraco negro fotografado diretamente em nossa hist\u00f3ria \u2014 o primeiro tamb\u00e9m foi <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/ultimas-noticias\/redacao\/2019\/04\/10\/primeira-imagem-de-um-buraco-negro-e-revelada.htm\">trabalho do EVH, em 2019<\/a>, na gal\u00e1xia M87, a 55 milh\u00f5es de anos-luz da Terra.<\/p>\n<div class=\"photoembed-wrapper\">\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x421 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/71\/2022\/05\/12\/a-esquerda-a-imagem-do-buraco-negro-m87-descoberto-em-2019-e-a-direita-o-sagitario-a-que-fica-no-centro-da-nossa-galaxia-1652363299928_v2_750x421.jpg\" class=\"pinit-img\" alt=\"buracos - EHT - EHT\" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x253&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x421&quot;,&quot;md&quot;:&quot;600x337&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x421&quot;}\" width=\"750\" height=\"421\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 56.13333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-title\">\n<p>\u00c0 esquerda, buraco negro M87*, \u00e0 direita, Sagit\u00e1rio A*, que fica no centro da nossa gal\u00e1xia<\/p>\n<p> <span>Imagem: EHT<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Vale ressaltar que eles n\u00e3o s\u00e3o realmente laranja; os dados de r\u00e1dio s\u00e3o em preto e branco. A cor foi uma decis\u00e3o dos cientistas para enfatizar a intensidade da luz: quanto mais esbranqui\u00e7ado, mais forte, quanto mais avermelhado, mais fraca.<\/p>\n<h2><strong>Como foi descoberto?<\/strong><\/h2>\n<p>As primeiras teorias a respeito do objeto central de nossa gal\u00e1xia datam da d\u00e9cada de 1930, quando o f\u00edsico Karl Jansky detectou um sinal de r\u00e1dio emitido de um local na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Sagit\u00e1rio, direcionado para o meio da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n<p>A fonte do sinal foi identificada em 1974, pelos astr\u00f4nomos Bruce Balick e Robert L. Brown, que a batizaram de Sagit\u00e1rio A*. Durante a d\u00e9cada de 1980, foi formulada a ideia de que, provavelmente, tratava-se de um buraco negro, de um tamanho inimagin\u00e1vel.<\/p>\n<p>Em 1994, o astrof\u00edsico Reinhard Genzel utilizou espectroscopia submilim\u00e9trica e de infravermelho para concluir que havia algo compacto, com a massa de mais de 3 milh\u00f5es de vezes a do Sol, naquela regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada seguinte, cientistas foram descartando outras possibilidades do que seria \u2014 como um aglomerado de estrelas bem apertado \u2014, refor\u00e7ando a ideia de tratar-se e um enorme buraco negro.<\/p>\n<p>Em 2008, os astr\u00f4nomos Reinhard Genzel e Andrea Ghez determinaram a massa e o di\u00e2metro de Sgr A*, e receberam o Pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica pela descoberta do objeto supermassivo e compacto no centro da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n<p>A evid\u00eancia conclusiva veio apenas em 2018, quando emiss\u00f5es geradas pelas intera\u00e7\u00f5es magn\u00e9ticas entre bolhas de g\u00e1s quente pr\u00f3ximas ao buraco, movendo-se a cerca de 30% da velocidade da luz, foram detectadas pelo Very Large Telescope (VLT), no Chile. Essas observa\u00e7\u00f5es coincidiram exatamente com os modelos te\u00f3ricos.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/05\/13\/sagitario-a-tudo-o-que-sabemos-sobre-o-buraco-negro-no-meio-da-via-lactea.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ontem (12), olhamos pela primeira vez para Sagit\u00e1rio A*, o buraco negro supermassivo no centro da nossa gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea. Confirmando definitivamente sua exist\u00eancia, a imagem in\u00e9dita \u00e9 um grande marco para nossos estudos do Universo. Tilt re\u00fane aqui o que j\u00e1 sabemos sobre este tit\u00e3 c\u00f3smico adormecido, que ainda guarda muitos mist\u00e9rios. 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