{"id":3165,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/luz-camera-algoritmo-como-deepfakes-farao-parte-do-cinema-do-futuro\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"luz-camera-algoritmo-como-deepfakes-farao-parte-do-cinema-do-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/luz-camera-algoritmo-como-deepfakes-farao-parte-do-cinema-do-futuro\/","title":{"rendered":"Luz, c\u00e2mera, algoritmo! Como deepfakes far\u00e3o parte do cinema do futuro"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Bruce Willis interpreta mais um cara dur\u00e3o numa grande enrascada. Est\u00e1 preso no mastro de um barco, com uma bomba-rel\u00f3gio prestes a explodir. Sua \u00fanica chance \u00e9 interrogar, por telefone, a pessoa que sabe a palavra-chave, em russo, que desarma o explosivo. No \u00faltimo segundo, ele acerta. E o dia est\u00e1 salvo.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 uma cena de Duro de Matar: \u00e9 um comercial russo do ano passado. Mas o ator jamais botou os p\u00e9s na R\u00fassia para grav\u00e1-lo. Ali\u00e1s, ele nem aprendeu idioma, ou mesmo decorou qualquer fala do roteiro. (Em mar\u00e7o, ele foi <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/splash\/noticias\/2022\/03\/30\/bruce-willis-faz-pausa-na-carreira-de-ator-apos-diagnostico-de-afasia.htm\">diagnosticado com afasia,<\/a> doen\u00e7a que afeta a comunica\u00e7\u00e3o.)<\/p>\n<p>O an\u00fancio foi criado com um deepfake: um processo de Intelig\u00eancia Artificial (IA) que recria rostos e vozes para aplicar no corpo de um dubl\u00ea. O resultado \u00e9 t\u00e3o veross\u00edmil que \u00e9 quase imposs\u00edvel de ser detectado.<\/p>\n<p>T\u00e3o mal falado por seu uso em v\u00eddeos de porn\u00f4 de vingan\u00e7a e campanhas de desinforma\u00e7\u00e3o, o deepfake agora ganha sua oportunidade sob os holofotes de Hollywood. Analistas acreditam que ele pode revolucionar o cinema e a TV, com atores &#8220;duplicados&#8221;, dublagens perfeitamente sincronizadas e at\u00e9 mesmo voc\u00ea estrelando sua s\u00e9rie favorita.<\/p>\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x1 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/f8\/2022\/08\/04\/deepfake-imagem-1---desk-1659648486529_v2_750x1.jpg\" class=\"pinit-img\" alt=\"imagem 1 deepfake -  - \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x1&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x1&quot;,&quot;md&quot;:&quot;750x1&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x1&quot;}\" width=\"750\" height=\"1\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 0.13333333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<h2>Deepfakes ou &#8220;g\u00eameos digitais&#8221;?<\/h2>\n<p>A &#8220;bomba no navio&#8221; \u00e9 apenas uma das 50 vinhetas comerciais que Willis protagoniza para a empresa russa de celulares MegaFon. Ela adquiriu os direitos de imagem do ator e ainda o rejuvenesceu, para que ele &#8220;interpretasse&#8221; novamente o policial John McClane, seu personagem de Duro de Matar.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o chame esse recurso de &#8220;deepfake&#8221; na frente da ucraniana Maria <span>Chmir<\/span>, fundadora da <span>Deepcake, empresa respons\u00e1vel pela campanha. Afinal, n\u00e3o tem nada de &#8220;fake&#8221; aqui.<\/span><\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s trabalhamos com uma gama de personagens cujos detentores dos direitos de imagem nos deram permiss\u00e3o para us\u00e1-las&#8221;, garante. &#8220;Isso inclui, por exemplo, celebridades de Hollywood de alto n\u00edvel&#8221; (ela n\u00e3o revela quais).<\/p>\n<p>A outra metade do termo, &#8220;deep&#8221;, est\u00e1 correta. A Deepcake emprega um processo conhecido como &#8220;<span>deep<\/span><span> <\/span><span>learning<\/span>&#8221; (&#8220;aprendizado profundo&#8221;), em que redes neurais de dois algoritmos aprendem a reconhecer rostos e reproduzir seus movimentos. Enquanto um recria a imagem <span>pixel<\/span> por pixel, o outro checa o qu\u00e3o parecido com a original ela est\u00e1.<\/p>\n<p>Esses algoritmos foram &#8220;alimentados&#8221; com 34 mil fragmentos de Willis nas mais variadas angula\u00e7\u00f5es, condi\u00e7\u00f5es de luz e express\u00f5es faciais. E levou dez dias para elaborar seu &#8220;g\u00eameo digital&#8221; \u2014 express\u00e3o que Chmir acha mais apropriada.<\/p>\n<p>Se depender dela, vai ter estrela com quadrig\u00eameos por a\u00ed. &#8220;Imagine: atores n\u00e3o precisar\u00e3o mais ter que escolher apenas um entre v\u00e1rios projetos interessantes. Eles poder\u00e3o participar de todos simultaneamente, filmados em diferentes pontos do globo.&#8221;<\/p>\n<p>A Deepcake tamb\u00e9m envelhece ou rejuvenesce atores, poupando custos de maquiagem ou de efeitos especiais. Mas o foco da empresa \u00e9 mesmo criar um grande banco de &#8220;g\u00eameos digitais&#8221; de artistas, m\u00fasicos e influenciadores.<\/p>\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x1 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/02\/2022\/08\/04\/deepfake-imagem-2-desk-1659648654732_v2_750x1.jpg\" class=\"pinit-img\" alt=\"imagem 2 deepfake -  - \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x1&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x1&quot;,&quot;md&quot;:&quot;750x1&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x1&quot;}\" width=\"750\" height=\"1\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 0.13333333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<h2>Estrelando: voc\u00ea<\/h2>\n<p>&#8220;Em pouco tempo, voc\u00ea vai ligar o seu servi\u00e7o de <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/streaming\/\">streaming<\/a> e quem vai estar atuando ali vai ser voc\u00ea, porque enviou uma foto sua. Pensa isso numa s\u00e9rie?&#8221;<\/p>\n<p>Quem faz essa previs\u00e3o \u00e9 Bruno Sartori, o nome mais popular do deepfake no Brasil. O <span><span>youtuber<\/span><\/span> se especializou em us\u00e1-lo em &#8220;charges digitais&#8221; de cunho pol\u00edtico, colocando figuras como S\u00e9rgio Moro, Lula e <a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/politica\/governo-bolsonaro\/\">Jair Bolsonaro<\/a> em cenas pouco prov\u00e1veis.<\/p>\n<p>Para ele, a ind\u00fastria demorou para entender o potencial dessa tecnologia. &#8220;No cinema, quando voc\u00ea faz a pessoa em 3D e texturiza, \u00e9 muito caro. O custo do deepfake \u00e9 infinitamente menor&#8221;, aponta<\/p>\n<p>Atualmente, ele investe em outra aplica\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m deve ganhar espa\u00e7o. Sartori pesquisa <span><span>intelig\u00eancias artificiais<\/span><\/span> em sua empresa, a <span><span>FaceFactory<\/span><\/span>, que desenvolve redes neurais capazes de fazer &#8220;<span><span>relabializa\u00e7\u00e3o<\/span><\/span>&#8221; \u2014a sincroniza\u00e7\u00e3o da dublagem com o movimento labial do ator.<\/p>\n<p>Imagine uma cena em que Tom Cruise diz &#8220;I love you&#8221;. No <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/splash\/filmes\/\">filme<\/a> dublado, a voz diz &#8220;eu te amo&#8221;, mas os movimentos da boca de Cruise n\u00e3o t\u00eam nada a ver com essas s\u00edlabas. Com o deepfake, vai parecer que ele realmente articulou cada palavra em portugu\u00eas.<\/p>\n<p>Mas e se fosse realmente a voz de Tom Cruise dizendo &#8220;eu te amo&#8221;? Isso tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel, como provou o comercial russo de Bruce Willis. Segundo Sartori, as redes neurais que alimentam o deepfake podem captar o timbre de voz do ator e reproduzi-lo naturalmente em outro idioma.<\/p>\n<p>Hoje, por\u00e9m, o foco da FaceFactory est\u00e1 na inclus\u00e3o. &#8220;\u00c9 uma t\u00e9cnica que atende a comunidade de pessoas surdas, que fazem leitura labial. Se voc\u00ea tem um conte\u00fado em ingl\u00eas, elas n\u00e3o conseguem ler isso ao mesmo tempo, e precisam focar na legenda&#8221;, explica.<\/p>\n<h2>Meryl Streep para sempre<\/h2>\n<p dir=\"ltr\">Um dos primeiros usos de deepfake no cinema comercial foi em <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/splash\/filmes\/star-wars\/\">Star Wars<\/a>: Rogue One, de 2016. A princesa Leia apareceu em uma vers\u00e3o rejuvenescida da atriz Carrie Fisher.<\/p>\n<div class=\"photoembed-wrapper\">\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x421 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/entretenimento\/b4\/2016\/12\/27\/princesa-leia-reaparece-em-cena-final-de-rogue-one-uma-historia-star-wars-1482864042425_v2_750x421.jpg\" class=\"pinit-img\" alt=\"Atrav\u00e9s de deepfake, Carrie Fisher reaparece como princesa Leia em &quot;Rogue One: Uma Hist\u00f3ria Star Wars&quot; - Reprodu\u00e7\u00e3o - Reprodu\u00e7\u00e3o\" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x253&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x421&quot;,&quot;md&quot;:&quot;600x337&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x421&quot;}\" width=\"750\" height=\"421\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 56.13333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-title\">\n<p>Atrav\u00e9s de deepfake, Carrie Fisher reaparece como princesa Leia em &#8220;Rogue One: Uma Hist\u00f3ria Star Wars&#8221;<\/p>\n<p> <span>Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p dir=\"ltr\">Fisher faleceu no final do ano seguinte, em meio \u00e0s grava\u00e7\u00f5es de Star Wars Epis\u00f3dio VIII, e suscitou um dilema complexo. Seria poss\u00edvel continuar trazendo-a de volta, considerando que sua g\u00eamea digital j\u00e1 havia sido criada? E mais importante: seria correto?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em teoria, um ator com suas express\u00f5es j\u00e1 capturadas pelo algoritmo poderia continuar a carreira para sempre. Em um mundo assim, jamais perder\u00edamos gente como Meryl Streep, Antonio Fagundes ou Fernanda Montenegro.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As poucas leis envolvendo a tecnologia t\u00eam se concentrado no uso indevido de imagem. Mas n\u00e3o h\u00e1 nada sobre como a Justi\u00e7a deve agir se o direito de imagem da celebridade falecida est\u00e1 nas m\u00e3os dos familiares.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;Quando voc\u00ea posa para uma foto, voc\u00ea d\u00e1 consentimento para um uso espec\u00edfico. Como o deepfake reproduz uma imagem a partir de v\u00e1rias imagens embrion\u00e1rias, elas ser\u00e3o sempre in\u00e9ditas. Voc\u00ea est\u00e1 criando imagens in\u00e9ditas sem sua autoriza\u00e7\u00e3o&#8221;, analisa Filipe Medon, professor de direito civil na Universidade Federal do Rio de Janeiro e integrante do grupo que reformula o texto da Lei de Intelig\u00eancia Artificial no Brasil.<\/p>\n<h2>O hype estar\u00e1 na &#8216;realidade&#8217;<\/h2>\n<p dir=\"ltr\">Como com qualquer nova tecnologia, h\u00e1 sempre o medo de que ela ir\u00e1 erradicar o que veio antes. Veremos <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/splash\/filmes\/\">filmes<\/a> em que todos os atores s\u00e3o g\u00eameos digitais?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;N\u00e3o me incomoda a ideia de que existam pessoas que prefiram ver simulacros. E eu tamb\u00e9m verei simulacros. S\u00f3 gostaria de ser informado que estou diante de um&#8221;, afirma F\u00e1bio de Paula, professor da PUC\/SP e doutor na \u00e1rea de design digital.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sartori, que tamb\u00e9m atua como ativista no tema, concorda que \u00e9 importante deixar tudo \u00e0s claras. Quanto mais as pessoas verem e saberem que algo \u00e9 deepfake, mais ser\u00e3o treinadas para reconhec\u00ea-los &#8211; em conte\u00fados de desinforma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, por exemplo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para Paula, filmes editados com IAs ser\u00e3o um nicho, como o que j\u00e1 existe na pornografia. No circuito comercial, ele ser\u00e1 entendido de maneira similar a outras t\u00e9cnicas de anima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;Tenho certeza de que eu vou continuar preferindo ver aquilo que foi feito por humanos, n\u00e3o por rob\u00f4s, ou simulacros. Eu prefiro ver gente&#8221;, pontua.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A pr\u00f3pria Chmir concorda. &#8220;\u00c9 bem poss\u00edvel que logo n\u00f3s estaremos pagando n\u00e3o para uma gera\u00e7\u00e3o de c\u00f3pias digitais, mas para que o conte\u00fado que consumimos seja &#8216;real'&#8221;, comenta. &#8220;Ir ao cinema ver filmes com atores de verdade nesta nova realidade se tornar\u00e1 algo exclusivo.&#8221;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/08\/12\/luz-camera-e-algoritmo-no-cinema-do-futuro-atores-contracenarao-com-ias.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bruce Willis interpreta mais um cara dur\u00e3o numa grande enrascada. Est\u00e1 preso no mastro de um barco, com uma bomba-rel\u00f3gio prestes a explodir. 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