{"id":2933,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/pesquisa-usa-inteligencia-artificial-contra-desmatamento-na-amazonia\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"pesquisa-usa-inteligencia-artificial-contra-desmatamento-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/pesquisa-usa-inteligencia-artificial-contra-desmatamento-na-amazonia\/","title":{"rendered":"Pesquisa usa intelig\u00eancia artificial contra desmatamento na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Um m\u00e9todo desenvolvido por pesquisadores brasileiros mostra que a \u00e1rea priorit\u00e1ria para a\u00e7\u00f5es de combate ao desmatamento na Amaz\u00f4nia poderia ser 27,8% menor e mais eficiente do que o monitoramento realizado pelo governo federal. A pesquisa usa algoritmos de intelig\u00eancia artificial, com base em imagens de sat\u00e9lite.<\/p>\n<p>Atualmente, 11 munic\u00edpios s\u00e3o monitorados no Plano Amaz\u00f4nia 2021\/2022. Por\u00e9m, novas fronteiras de derrubada da floresta, que extrapolam os limites desses locais, n\u00e3o s\u00e3o consideradas.<\/p>\n<p>Uma pesquisa publicada em junho na Conservation Letters, revista da Society for Conservation Biology, aponta que as regi\u00f5es com as maiores taxas de desmatamento na Amaz\u00f4nia, classificadas de &#8220;alta prioridade&#8221;, este ano englobam 414.603 km<span>\u00b2<\/span>. Mas a \u00e1rea total inclu\u00edda no plano federal \u00e9 de <span>574.724<\/span> km<span>\u00b2<\/span>.<\/p>\n<p>Ou seja, a \u00e1rea que deve ser monitorada \u00e9 160 mil km<span>\u00b2<\/span> (27,8%) menor, uma extens\u00e3o similar \u00e0 do pa\u00eds Suriname.<\/p>\n<h2>Menos grana, mais foco<\/h2>\n<p>Enquanto os &#8220;hotspots&#8221; identificados pelos pesquisadores responderam por 66% da taxa m\u00e9dia anual de devasta\u00e7\u00e3o da floresta, os 11 munic\u00edpios-alvo do plano representaram 37% da taxa de desmatamento nos \u00faltimos tr\u00eas anos (2019 a 2021).<\/p>\n<p>No artigo, cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e de universidades americanas concluem que o m\u00e9todo proposto, al\u00e9m de dar um foco mais definido para a fiscaliza\u00e7\u00e3o, revela novas fronteiras de derrubada da floresta, atualmente fora do plano de monitoramento.<\/p>\n<p>&#8220;Com esta nova abordagem, conclu\u00edmos que h\u00e1 um ganho de efetividade ao priorizar \u00e1reas com maiores \u00edndices de desmatamento, n\u00e3o limitando por munic\u00edpios. Esse resultado \u00e9 importante, visto que cada vez mais \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o, como o Ibama e o ICMBio, t\u00eam sofrido com cortes de recursos, tanto de servidores como de or\u00e7amento&#8221;, afirma Guilherme Augusto <span>Verola<\/span><span> <\/span><span>Mataveli<\/span>, da Divis\u00e3o de Observa\u00e7\u00e3o da Terra e Geoinform\u00e1tica do Inpe.<\/p>\n<p>&#8220;Alguns desses hotspots de devasta\u00e7\u00e3o ficam dentro dos 11 munic\u00edpios-alvo, mas outros est\u00e3o nas bordas, abrindo novas fronteiras&#8221;, continua.<\/p>\n<h2>Processamento de dados<\/h2>\n<p>No estudo, os cientistas destacam que o desmatamento nos 11 munic\u00edpios-alvo do plano foi significativo nos \u00faltimos anos, motivando um monitoramento, mas isso n\u00e3o seria suficiente para priorizar somente esses locais. S\u00e3o eles: S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu, Altamira, Novo Progresso, Pacaj\u00e1, Portel, Itaituba e Rur\u00f3polis, no Estado do Par\u00e1, Apu\u00ed e L\u00e1brea, no Amazonas, Colniza, em Mato Grosso, e Porto Velho, em Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>Mesmo com a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o concentradas na regi\u00e3o, houve aumento de 105% na taxa de devasta\u00e7\u00e3o entre fevereiro e abril de 2021, se comparada \u00e0 m\u00e9dia nos anos anteriores (2017-2021). Pelos dados do Deter, programa oficial de alertas de desmatamento do Brasil, foram 524,89 km<span>\u00b2<\/span> de novos pontos de desmatamento na \u00e1rea.<\/p>\n<p>&#8220;Esta pesquisa valida a import\u00e2ncia do Inpe, que h\u00e1 60 anos forma pesquisadores de ponta e produz ci\u00eancia e tecnologia, a partir de dados satelit\u00e1rios, para a sociedade e o desenvolvimento nacional. Os avan\u00e7os no processamento de dados apresentados neste estudo com o uso de intelig\u00eancia artificial para o planejamento do combate ao desmatamento s\u00e3o cr\u00edticos para a mitiga\u00e7\u00e3o de problemas ambientais nacionais e para a constru\u00e7\u00e3o de um plano de desenvolvimento sustent\u00e1vel para o pa\u00eds&#8221;, afirma o chefe da Divis\u00e3o de Observa\u00e7\u00e3o da Terra e Geoinform\u00e1tica do Inpe, Luiz Arag\u00e3o, e um dos autores do artigo.<\/p>\n<h2>Maior taxa de desmatamento desde 2006<\/h2>\n<p>O grupo utilizou, entre outras fontes, dados do Prodes &#8211; Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal por Sat\u00e9lite, do Inpe. Desde 1988, ele produz as taxas anuais de desmatamento na regi\u00e3o, usadas pelo governo brasileiro para definir pol\u00edticas p\u00fablicas. Essas taxas s\u00e3o estimadas com base no corte raso identificado em cada imagem de sat\u00e9lite que cobre a Amaz\u00f4nia Legal.<\/p>\n<p>Segundo o \u00faltimo relat\u00f3rio do Prodes, a \u00e1rea desmatada na Amaz\u00f4nia foi de 13.235 km\u00b2 entre agosto de 2020 e julho de 2021 \u2014 um aumento de 22% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior (agosto de 2019 a julho de 2020) e a maior taxa desde 2006 (saiba mais <a href=\"http:\/\/terrabrasilis.dpi.inpe.br\/app\/dashboard\/deforestation\/biomes\/legal_amazon\/rates\">aqui<\/a>).<\/p>\n<p>&#8220;A ideia do artigo surgiu em fevereiro de 2021, quando o Plano Amaz\u00f4nia 2021\/2022 foi lan\u00e7ado. \u00c0 \u00e9poca foi divulgado que o desmatamento nestes 11 munic\u00edpios representava 70% do total registrado na Amaz\u00f4nia, mas o Prodes estava diferente. Com a evolu\u00e7\u00e3o do modelo, percebemos que poder\u00edamos apresentar uma ferramenta para ajudar no direcionamento da fiscaliza\u00e7\u00e3o&#8221;, completa Mataveli.<\/p>\n<h2>Defini\u00e7\u00e3o de \u00e1reas priorit\u00e1rias<\/h2>\n<p>Para estabelecer as \u00e1reas priorit\u00e1rias, os pesquisadores definiram primeiramente as chamadas c\u00e9lulas de grade distribu\u00eddas regularmente sobre a Amaz\u00f4nia \u2014 regi\u00f5es de 25 km<span>\u00b2<\/span> por 25 km<span>\u00b2<\/span>. Com base no algoritmo Random Forest, que constr\u00f3i automaticamente conjuntos de regress\u00f5es multivariadas para prever hotspots de desmatamento no ano seguinte, foi determinada uma classe de prioridade para cada uma destas c\u00e9lulas. Esse m\u00e9todo identifica uma fra\u00e7\u00e3o maior de \u00e1reas com risco de derrubada de \u00e1rvores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 regi\u00e3o total e a terras p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Foram considerados cinco preditores: as taxas de desmatamento em anos anteriores; a dist\u00e2ncia para c\u00e9lulas da grade com alto desmatamento cumulativo em anos anteriores; a dist\u00e2ncia para infraestruturas (como rodovias e\/ou hidrovias); a \u00e1rea total protegida na c\u00e9lula da grade e o n\u00famero de focos de calor.<\/p>\n<p>Depois houve a defini\u00e7\u00e3o de tr\u00eas classes de prioridade, com base nas estimativas de desmatamento previsto &#8211; baixa (valores abaixo do percentil 70); m\u00e9dia (entre os percentis 70 e 90) e alta (acima de 90). Os pesquisadores separaram, ent\u00e3o, apenas as c\u00e9lulas das grades com percentis acima de 90 (alta) para mapear as \u00e1reas priorit\u00e1rias de 2022, chegando aos 414.603 km2.<\/p>\n<p>O m\u00e9todo tamb\u00e9m permite a defini\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es priorit\u00e1rias anualmente usando as taxas de corte raso do per\u00edodo anterior, n\u00e3o dependendo das fronteiras geopol\u00edticas. De acordo com os pesquisadores, entre os exemplos que est\u00e3o fora do Plano Amaz\u00f4nia 2021\/2022, mas apareceram como prioridade &#8220;alta&#8221;, est\u00e3o Roraima e Acre.<\/p>\n<p>&#8220;Priorizar esses 11 munic\u00edpios ser\u00e1 insuficiente para que o Brasil consiga cumprir compromissos internacionais, como o de zerar o desmatamento ilegal at\u00e9 2028 assumido na COP-26 [Confer\u00eancia do Clima das Na\u00e7\u00f5es Unidas]. Al\u00e9m disso, o Plano Amaz\u00f4nia 2021\/2022 traz uma meta de combate ao desmatamento de 8.719 km2 por ano. Mas um decreto de 2018 j\u00e1 estabelecia um limite de 3.925 km2\/ano ap\u00f3s 2020. Ou seja, menos ambiciosa&#8221;, completa Mataveli.<\/p>\n<p>O pesquisador se refere ao decreto 9.578, de 2018, que trata da Pol\u00edtica Nacional da Mudan\u00e7a do Clima e estabelece uma redu\u00e7\u00e3o de 80% dos \u00edndices anuais de desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia entre 1996 e 2005. Essa meta est\u00e1 entre as a\u00e7\u00f5es a serem adotadas pelo Brasil para conter emiss\u00f5es de gases de efeito estufa.<\/p>\n<p>Na COP-26, al\u00e9m do compromisso de zerar o desmatamento ilegal at\u00e9 2028, o Brasil se comprometeu a reduzir at\u00e9 2030 as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa em 50% em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis de 2005 e a atingir a neutralidade clim\u00e1tica at\u00e9 2050. No entanto, o crescimento das taxas de devasta\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia contrasta com esses objetivos \u2014 cerca de 11% das emiss\u00f5es de gases estufa s\u00e3o causadas pela m\u00e1 gest\u00e3o das florestas e do uso da terra, incluindo o desmatamento e inc\u00eandios.<\/p>\n<h2>Falhas do Plano Amaz\u00f4nia 2021\/2022<\/h2>\n<p>Quando o Plano Amaz\u00f4nia 2021\/2022 foi lan\u00e7ado, especialistas criticaram as metas estabelecidas, classificando-as de insuficientes. Isso porque o governo estabeleceu como objetivo reduzir o desmatamento com base na m\u00e9dia registrada no per\u00edodo 2016-2020, que j\u00e1 era cerca de 35% maior do que a dos dez anos anteriores.<\/p>\n<p>Procurado pela Ag\u00eancia <span>Fapesp<\/span>, o Conselho Nacional da Amaz\u00f4nia Legal (<span><span>CNAL<\/span><\/span>), respons\u00e1vel pelo plano, informou por meio de sua assessoria, que &#8220;o objetivo [do plano] foi focar onde a ocorr\u00eancia dos il\u00edcitos ambientais tinha maior impacto nos resultados da gest\u00e3o ambiental brasileira, sem descuidar da atua\u00e7\u00e3o nas demais \u00e1reas da Amaz\u00f4nia Legal&#8221;. De acordo com o <span><span>CNAL<\/span><\/span>, &#8220;os munic\u00edpios escolhidos foram aqueles que constavam com maiores \u00e1reas desmatadas, assim como maior incid\u00eancia de queimadas, podendo ser inclu\u00eddos outros que venham a ser mapeados pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia [<span><span>Censipam<\/span><\/span>]&#8221;.<\/p>\n<p>O <span><span>CNAL<\/span><\/span> disse ainda que o Inpe foi uma das &#8220;institui\u00e7\u00f5es protagonistas no processo de indica\u00e7\u00e3o das prioridades estabelecidas&#8221;, mas que os cientistas que trabalharam na pesquisa poderiam &#8220;ter contribu\u00eddo oportunamente de forma institucional&#8221;. &#8220;O <span><span>CNAL<\/span><\/span> trabalha sempre com a informa\u00e7\u00e3o oficial gerida, trabalhada e analisada pelos \u00f3rg\u00e3os oficiais do governo&#8221;, afirma o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<h2>A\u00e7\u00f5es complementares<\/h2>\n<p>A nova pesquisa sugere que, al\u00e9m de m\u00e9todos mais diretos para definir alvos de pol\u00edticas p\u00fablicas, \u00e9 necess\u00e1rio uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es complementares para combater a devasta\u00e7\u00e3o. Aponta entre elas a educa\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o ambiental; a identifica\u00e7\u00e3o e responsabiliza\u00e7\u00e3o dos atores que infringem as leis de prote\u00e7\u00e3o ambiental e lucram com o desmatamento ilegal; o incentivo a projetos que invistam em a\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 economia verde e para manter a floresta em p\u00e9, al\u00e9m da regulariza\u00e7\u00e3o de terras p\u00fablicas e ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>&#8220;O c\u00f3digo que usamos para gerar o modelo e as \u00e1reas priorit\u00e1rias \u00e9 aberto. Estamos conversando com a plataforma Terra Brasilis para tentar incluir essas \u00e1reas nas informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis para quem quiser acessar. Assim, se algum governo, incluindo estaduais ou municipais, tiver interesse, \u00e9 poss\u00edvel aplic\u00e1-lo na pr\u00e1tica&#8221;, conclui Mataveli.<\/p>\n<p>O trabalho recebeu apoio da <span>Fapesp<\/span> por meio de quatro projetos: Influ\u00eancia do uso e cobertura da terra na emiss\u00e3o de material particulado fino por queimadas nos biomas Amaz\u00f4nia e Cerrado; Quantificando mortalidade de \u00e1rvores com <span>lasers<\/span>; Uso de s\u00e9ries temporais densas <span>Sentinel-2<\/span>\/<span>MSI<\/span> e algoritmos de aprendizado de m\u00e1quinas para melhorar o monitoramento agr\u00edcola no bioma Cerrado; e Varia\u00e7\u00e3o interanual do balan\u00e7o de gases de efeito estufa na Bacia Amaz\u00f4nica e seus controles em um mundo sob aquecimento e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas &#8211; <span>Carbam<\/span>: estudo de longo termo do balan\u00e7o do carbono da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>O artigo na \u00edntegra pode ser acessado <a href=\"https:\/\/conbio.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/epdf\/10.1111\/conl.12908\">aqui<\/a>.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/08\/03\/pesquisa-usa-inteligencia-artificial-para-combater-desmatamento-na-amazonia.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um m\u00e9todo desenvolvido por pesquisadores brasileiros mostra que a \u00e1rea priorit\u00e1ria para a\u00e7\u00f5es de combate ao desmatamento na Amaz\u00f4nia poderia ser 27,8% menor e mais eficiente do que o monitoramento realizado pelo governo federal. 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