{"id":2687,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/quais-ocupacoes-devem-desaparecer-no-futuro-no-brasil\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"quais-ocupacoes-devem-desaparecer-no-futuro-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/quais-ocupacoes-devem-desaparecer-no-futuro-no-brasil\/","title":{"rendered":"Quais ocupa\u00e7\u00f5es devem desaparecer no futuro no Brasil"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Mais da metade das ocupa\u00e7\u00f5es que existem hoje no Brasil podem desaparecer em cerca de duas d\u00e9cadas. Esta \u00e9 a conclus\u00e3o de <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/neco\/a\/tHdrWS8KqNWZHJJq9LMPKyN\/?lang=en\">pesquisadores brasileiros<\/a> que usaram como base um modelo da Universidade de Oxford (Reino Unido) e adaptaram os c\u00e1lculos para a realidade do mercado de trabalho do Brasil.<\/p>\n<p>Eles calculam que 58,1% dos empregos no pa\u00eds podem desaparecer em cerca de vinte anos devido \u00e0 automa\u00e7\u00e3o, considerando as tecnologias j\u00e1 existentes. O estudo avan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a outros levantamentos ao incluir os postos de trabalho informal, al\u00e9m daqueles com carteira assinada.<\/p>\n<p>O estudo conclui que trabalhadores no setor informal t\u00eam maior chance de ver seus empregos serem substitu\u00eddos por m\u00e1quinas do que aqueles com carteira assinada.<\/p>\n<p>A pedido da BBC News Brasil, os pesquisadores vinculados \u00e0 consultoria IDados e ao ISE Business School levantaram as dez ocupa\u00e7\u00f5es com maiores chances de serem substitu\u00eddas por m\u00e1quinas, al\u00e9m das dez que est\u00e3o menos &#8220;amea\u00e7adas&#8221; pelos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Veja as listas e, em seguida, entenda o que essas ocupa\u00e7\u00f5es t\u00eam em comum e como a previs\u00e3o para o mercado brasileiro se compara com resultados em outros pa\u00edses.<\/p>\n<h2>10 ocupa\u00e7\u00f5es com maiores probabilidades de automa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<ul>\n<li>Operadores de entrada de dados (digitador) &#8211; 99%<\/li>\n<li>Profissionais de n\u00edvel m\u00e9dio de direito e afins (assistente) &#8211; 99%<\/li>\n<li>Agentes de seguros &#8211; 99%<\/li>\n<li>Operadores de m\u00e1quinas para fabricar equipamentos fotogr\u00e1ficos &#8211; 99%<\/li>\n<li>Vendedores por telefone &#8211; 99%<\/li>\n<li>Despachantes aduaneiros &#8211; 99%<\/li>\n<li>Contabilistas e guarda livros &#8211; 98%<\/li>\n<li>Secret\u00e1rios jur\u00eddicos &#8211; 98%<\/li>\n<li>Condutores de autom\u00f3veis, t\u00e1xis e caminhonetes &#8211; 98%<\/li>\n<li>Balconistas e vendedores de lojas &#8211; 98%<\/li>\n<\/ul>\n<h3>10 ocupa\u00e7\u00f5es com menores probabilidades de automa\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<ul>\n<li>Dietistas e nutricionistas &#8211; 0.4%<\/li>\n<li>Gerentes de hot\u00e9is &#8211; 0.4%<\/li>\n<li>Especialistas em m\u00e9todos pedag\u00f3gicos &#8211; 0.4%<\/li>\n<li>M\u00e9dicos especialistas &#8211; 0.4%<\/li>\n<li>M\u00e9dicos gerais &#8211; 0.4%<\/li>\n<li>Fonoaudi\u00f3logos e logopedistas &#8211; 0.5%<\/li>\n<li>Trabalhadores do sexo &#8211; 0.6%<\/li>\n<li>Dirigentes de servi\u00e7os de bem estar social &#8211; 0.7%<\/li>\n<li>Psic\u00f3logos &#8211; 0.7%<\/li>\n<li>Dirigentes de servi\u00e7os de educa\u00e7\u00e3o &#8211; 0.7%<\/li>\n<\/ul>\n<p><em>Fonte: ISE Business School e Consultoria IDados<\/em><\/p>\n<h2>O que essas profiss\u00f5es t\u00eam em comum?<\/h2>\n<p>As ocupa\u00e7\u00f5es com maior probabilidade de automa\u00e7\u00e3o &#8220;s\u00e3o muito bem definidas, s\u00e3o coisas que voc\u00ea pode especificar com muita precis\u00e3o o que tem que ser feito e que n\u00e3o precisam de muito ju\u00edzo, de muita subjetividade humana para tomar uma decis\u00e3o&#8221;, explica o diretor-presidente da consultoria IDados e professor da ISE Business School, Paulo Rocha e Oliveira, um dos autores do artigo.<\/p>\n<p>Por outro lado, as profiss\u00f5es com menor chance de substitui\u00e7\u00e3o s\u00e3o aquelas com &#8220;muita intera\u00e7\u00e3o e muita subjetividade humana&#8221;, que envolvem &#8220;saber lidar com pessoas e resolver situa\u00e7\u00f5es onde as emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito predominantes&#8221;, resume Rocha e Oliveira.<\/p>\n<p>O economista Bruno Ottoni, pesquisador do IDados e do Ibre\/FGV e um dos autores do artigo, acrescenta que, al\u00e9m das habilidades socioemocionais, outros dois fatores-chave ajudam a entender se um trabalho est\u00e1 mais ou menos suscet\u00edvel. Um trabalho com grande exig\u00eancia de criatividade\/originalidade est\u00e1 mais protegido, assim como ocupa\u00e7\u00f5es que exigem habilidades motoras finas ou s\u00e3o realizadas em ambientes pouco estruturados.<\/p>\n<p>Este \u00faltimo ponto explica, segundo Ottoni, porque trabalhos como de jardineiro e empregada dom\u00e9stica n\u00e3o est\u00e3o muito amea\u00e7ados pela tecnologia no curto prazo.<\/p>\n<p>&#8220;Esses s\u00e3o trabalhos que, apesar de serem, em geral, executados por pessoas com menor grau de qualifica\u00e7\u00e3o, eles exigem habilidade motora fina e exigem que o trabalhador saiba navegar num ambiente de trabalho muito pouco estruturado &#8211; por isso, tamb\u00e9m est\u00e3o protegidos, porque a m\u00e1quina n\u00e3o consegue substituir. Ainda n\u00e3o tem aquela coisa do human\u00f3ide, um rob\u00f4 com perna e bra\u00e7o e que vai realmente operar como um ser humano.&#8221;<\/p>\n<p>Os crit\u00e9rios usados por eles est\u00e3o baseados nas probabilidades de automa\u00e7\u00e3o calculadas pelos pesquisadores Carl Benedikt Frey e Michael Osborne, da Universidade de Oxford &#8211; aos quais Rocha e Oliveira se refere como &#8220;as maiores autoridades mundiais sobre o assunto&#8221;. O trabalho deles foi focado no mercado de trabalho dos Estados Unidos, <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/noticias\/2014\/01\/140130_profissoes_estudo_oxford_pai_ms?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Buol.com.br%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D\">conforme a BBC News Brasil noticiou em 2014<\/a>.<\/p>\n<h2>Pa\u00edses vizinhos<\/h2>\n<p>E como a taxa brasileira de empregos que correm risco de desaparecer se compara a outros pa\u00edses? A propor\u00e7\u00e3o brasileira de cerca de 58% est\u00e1 pouco abaixo de taxas encontradas em outras pesquisas para pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, como Uruguai (63%), Paraguai (63,7%) e Argentina (64,6%).<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o apenas o Brasil, mas nossos vizinhos aqui t\u00eam que olhar para esse tema com aten\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Ottoni.<\/p>\n<p>Na Europa, est\u00e3o entre as taxas mais baixas a Su\u00e9cia e o Reino Unido (47% em ambos) e Irlanda e Holanda (49% em ambos). Mas tamb\u00e9m h\u00e1 pa\u00edses com probabilidades pr\u00f3ximas \u00e0s do Brasil, como Portugal (59%) e Cro\u00e1cia (58%), segundo dados apresentados no artigo.<\/p>\n<p>Os pesquisadores apontam que a propor\u00e7\u00e3o de empregos que podem ser automatizados tende a ser maior nos pa\u00edses em desenvolvimento do que nos desenvolvidos, devido \u00e0 alta propor\u00e7\u00e3o de ocupa\u00e7\u00f5es que exigem pouca qualifica\u00e7\u00e3o e que s\u00e3o mais facilmente substitu\u00eddas por m\u00e1quinas.<\/p>\n<h2>Trabalho informal versus formal<\/h2>\n<p>No Brasil, at\u00e9 62% dos empregos informais do pa\u00eds podem desaparecer nas pr\u00f3ximas duas d\u00e9cadas, por causa da automa\u00e7\u00e3o, enquanto a probabilidade \u00e9 de 55% para os empregos formais, segundo os pesquisadores.<\/p>\n<p>E quem s\u00e3o as pessoas que costumam ocupar os empregos sob maior risco de automa\u00e7\u00e3o? &#8220;Em geral, estamos falando de pessoas com menos escolaridade. E, geralmente, o menor grau de escolaridade est\u00e1 relacionado tamb\u00e9m a algumas popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis &#8211; o negro em vez do branco, e pessoas das regi\u00f5es mais pobres do Brasil, Nordeste, Norte&#8221;, diz Ottoni.<\/p>\n<h2>&#8216;Barreiras&#8217; para o uso de novas tecnologias<\/h2>\n<p>Rocha e Oliveira defende que, mais do que pensar em profiss\u00f5es que v\u00e3o sumir, como um todo, \u00e9 necess\u00e1rio focar em quais atividades feitas por esses profissionais podem ser feitas por m\u00e1quinas. Ele diz que \u00e9 a natureza do trabalho que vai mudar, ao exigir que humanos se concentrem em tarefas que os computadores n\u00e3o podem fazer, como j\u00e1 vem ocorrendo.<\/p>\n<p>&#8220;Quando a gente fala que o emprego vai desaparecer, o que a gente est\u00e1 dizendo \u00e9 que muitas das tarefas que as pessoas hoje desempenham naquele emprego poder\u00e3o ser substitu\u00eddas por computadores. Isso quer dizer que as pessoas v\u00e3o ser substitu\u00eddas por computadores? Umas sim, outras n\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m aponta que o fato de existir tecnologia dispon\u00edvel para substituir tarefas hoje produzidas por seres humanos n\u00e3o significa que ela necessariamente ser\u00e1 aplicada por todas as empresas.<\/p>\n<p>O consultor lista ao menos tr\u00eas fatores que podem ser considerados barreiras para as empresas: dificuldades de importa\u00e7\u00e3o de alguns equipamentos por empresas brasileiras; necessidade de treinamento de funcion\u00e1rios para usar a nova tecnologia de forma eficiente; e a competitividade de cada \u00e1rea.<\/p>\n<p>&#8220;Se nenhum dos meus competidores for fazer esse investimento hoje, talvez n\u00e3o me convenha fazer. Isso pode levar alguns setores a atrasarem a ado\u00e7\u00e3o dessas tecnologias ou, eventualmente, at\u00e9 n\u00e3o adotarem&#8221;, diz Rocha e Oliveira, que coordena a cria\u00e7\u00e3o de um centro do ISE Business School e da consultoria iDados para estudar quest\u00f5es de automa\u00e7\u00e3o e produtividade nas empresas brasileiras.<\/p>\n<h2>&#8216;Apag\u00e3o de m\u00e3o de obra&#8217;?<\/h2>\n<p>Os pesquisadores argumentam, no artigo, que os resultados encontrados n\u00e3o devem criar &#8220;p\u00e2nico&#8221;, mas funcionar como &#8220;alerta&#8221;, ao indicar que novas tecnologias s\u00e3o tecnicamente capazes de substituir grande parte dos empregos brasileiros. Apontam que \u00e9 &#8220;por meio de pol\u00edticas efetivas&#8221; que o Brasil pode &#8220;aliviar, ou at\u00e9 mesmo evitar, a perda maci\u00e7a de empregos devido \u00e0 automa\u00e7\u00e3o, nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas&#8221;.<\/p>\n<p>Ottoni diz que &#8220;a sociedade como um todo&#8221; deve se preparar para lidar com esse cen\u00e1rio &#8211; e cita governo, empresas, terceiro setor, academia e o pr\u00f3prio trabalhador. &#8220;Para todos os agentes que mencionei, a gente vai n\u00e3o vai ter como escapar de pol\u00edticas de retreinamento de m\u00e3o de obra.&#8221;<\/p>\n<p>Especialista em mercado de trabalho, ele diz que as novas tecnologias levar\u00e3o, ao mesmo tempo, a uma destrui\u00e7\u00e3o de empregos, mas tamb\u00e9m \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novas vagas. O problema, diz o economista, \u00e9 que haver\u00e1 um descasamento entre esses tipos de vagas.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o houver profissionais retreinados, diz ele, podemos ter um cen\u00e1rio em que haver\u00e1 muita vaga de emprego aberta, mas sem ser preenchida &#8211; ao mesmo tempo em que haver\u00e1 muitos desempregados sem conseguir recoloca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;As pr\u00f3prias empresas, se n\u00e3o se preocuparem em treinar, ser\u00e3o as mais afetadas pelo que a gente pode chamar de apag\u00e3o de m\u00e3o de obra&#8221;, diz Ottoni.<\/p>\n<p><em>&#8211; Texto originalmente publicado em https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-62223093<\/em><\/p>\n<p>Sabia que a BBC est\u00e1 tamb\u00e9m no Telegram? <a href=\"http:\/\/telegram.me\/bbcbrasil\">Inscreva-se no canal<\/a><strong>.<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 assistiu aos nossos novos v\u00eddeos no <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCthbIFAxbXTTQEC7EcQvP1Q\">YouTube<\/a><strong>? 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