{"id":2236,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/cern-celebra-10-anos-da-descoberta-do-boson-de-higgs-e-acelerador-de-particulas-retoma-colisoes-04-07-2022\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"cern-celebra-10-anos-da-descoberta-do-boson-de-higgs-e-acelerador-de-particulas-retoma-colisoes-04-07-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/cern-celebra-10-anos-da-descoberta-do-boson-de-higgs-e-acelerador-de-particulas-retoma-colisoes-04-07-2022\/","title":{"rendered":"CERN celebra 10 anos da descoberta do b\u00f3son de Higgs e acelerador de part\u00edculas retoma colis\u00f5es &#8211; 04\/07\/2022"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p class=\"lead\">Ap\u00f3s tr\u00eas anos de manuten\u00e7\u00e3o, o acelerador de part\u00edculas LHC, da Organiza\u00e7\u00e3o Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), em Meyrin, na fronteira entre a Fran\u00e7a e a Su\u00ed\u00e7a, est\u00e1 pronto para novas experi\u00eancias. Essa fase possibilitar\u00e1, nos pr\u00f3ximos anos, o ac\u00famulo de um n\u00famero dez vezes maior de dados pela maior m\u00e1quina j\u00e1 constru\u00edda pelo homem, que busca explicar a origem do universo e da mat\u00e9ria.\n<\/p>\n<p>Coincid\u00eancia ou n\u00e3o do calend\u00e1rio, as colis\u00f5es no superacelerador v\u00e3o recome\u00e7ar oficialmente em 5 de julho, um dia depois da comemora\u00e7\u00e3o dos dez anos da descoberta do b\u00f3son de Higgs, nesta ter\u00e7a-feira (4), uma das mais importantes da hist\u00f3ria da F\u00edsica.<\/p>\n<p>A part\u00edcula \u00e9 uma das pe\u00e7as fundamentais para ajudar os cientistas a entender como a mat\u00e9ria se formou ap\u00f3s o Big Bang, a explos\u00e3o que teria dado origem ao universo, h\u00e1 cerca de 13 bilh\u00f5es de anos. As pesquisas que envolvem o LHC, o maior laborat\u00f3rio de f\u00edsica de part\u00edculas do planeta, buscam entender o surgimento do cosmos e de tudo o que o comp\u00f5e &#8211; as menores part\u00edculas que o formam e o mant\u00e9m unido.<\/p>\n<p>O cientista brasileiro <a href=\"http:\/\/www.rfi.fr\/br\/geral\/20120705-fisico-brasileiro-participou-da-descoberta-do-boson-de-higgs-0\">Denis Oliveira Damazio<\/a> atua no CERN h\u00e1 mais de 20 anos e contribuiu para essa grande descoberta da F\u00edsica. Ele trabalha em experimentos no detector ATLAS e conta que j\u00e1 havia sinais de que algo &#8220;excepcional&#8221; estava prestes a ser confirmado, no dia do an\u00fancio da descoberta do B\u00f3son de Higgs. O <a href=\"https:\/\/home.cern\/fr\/news\/press-release\/physics\/higgs-boson-ten-years-after-its-discovery\">CERN preparou uma s\u00e9rie de eventos para celebrar a data.<\/a><\/p>\n<p>&#8220;No ATLAS, a gente j\u00e1 tinha detectado um sinal importante. S\u00e3o medidas que fazemos e que nos permitem ter o que chamamos de eventos &#8220;candidatos&#8221; a b\u00f3son de Higgs. Nessa \u00e1rea, a acumula\u00e7\u00e3o estat\u00edstica desses eventos leva a uma conclus\u00e3o&#8221;, explica.<\/p>\n<p>&#8220;T\u00ednhamos dois canais importantes: o Higgs estava decaindo em dois f\u00f3tons (part\u00edcula mediadora da for\u00e7a eletromagn\u00e9tica). Ao analisar a propriedades dos dois f\u00f3tons, reconstru\u00edamos a massa invariante deles. Isso permitia chegar a um pico da massa que, esper\u00e1vamos, fosse do Higgs. Tamb\u00e9m havia um outro canal: nesse, o Higgs estava decaindo em quatro l\u00e9ptons (part\u00edcula subat\u00f4mica da fam\u00edlia dos el\u00e9trons), o que nos permitia tirar a mesma conclus\u00e3o&#8221;, detalha.<\/p>\n<p>Segundo Denis, os resultados apresentados pelo CMS, um outro detector que tamb\u00e9m opera nos feixes do LHC, foram praticamente similares. &#8220;O interessante \u00e9 que nesse dia os dois grupos apresentaram resultados e eles eram bastante parecidos. Apesar das colis\u00f5es serem independentes, e ocorrerem em outros trechos do acelerador, havia o mesmo tipo de sinal. N\u00f3s e eles produzimos uma certa quantidade de Higgs e conseguimos bater fotos em n\u00famero suficiente para mostrar que essa part\u00edcula existia&#8221;, explica. &#8220;Um ano depois acumulamos mais estat\u00edsticas e pudemos dizer que esse era o Higgs&#8221;, conclui. De acordo com ele, havia a possibilidade de que houvessem m\u00faltiplos Higgs.<\/p>\n<p>O pesquisador brasileiro prefere que o b\u00f3son n\u00e3o seja chamado de &#8220;part\u00edcula de Deus&#8221;. Segundo ele, essa denomina\u00e7\u00e3o ignora em parte o esfor\u00e7o cient\u00edfico para explicar suas propriedades, o que vem sendo feito desde que ela foi observada. &#8220;A part\u00edcula \u00e9 algo que podemos medir e que tem propriedades conhecidas agora, gra\u00e7as ao trabalho que estamos fazendo. Essa denomina\u00e7\u00e3o &#8216;part\u00edcula de Deus&#8217; acaba misturando religi\u00e3o e ci\u00eancia e dando a impress\u00e3o de que a part\u00edcula teria propriedades m\u00edsticas, o que n\u00e3o tem nenhum sentido&#8221;, observa.<\/p>\n<h2><strong>Pr\u00eamio Nobel<\/strong><\/h2>\n<p>A descoberta do b\u00f3son de Higgs veio comprovar a teoria descrita em 1964 por tr\u00eas f\u00edsicos: o americano Robert Brout, que morreu em 2011, o belga Fran\u00e7ois Englert e brit\u00e2nico Peter Higgs &#8211; os dois ganharam o Nobel de F\u00edsica em 2013. Nos anos 1960, os tr\u00eas cientistas descreveram um mecanismo para explicar a origem da massa das chamadas part\u00edculas elementares &#8211; o campo de Higgs.<\/p>\n<p>Na F\u00edsica, um campo \u00e9 uma grandeza f\u00edsica que modifica as propriedades espaciais ao seu redor. O campo de Higgs e sua part\u00edcula, que t\u00eam o mesmo nome, s\u00e3o pe\u00e7as fundamentais de um complexo quebra-cabe\u00e7a que vem completar o chamado modelo padr\u00e3o. Ele visa explicar do que a mat\u00e9ria \u00e9 feita, como as part\u00edculas interagem e qual \u00e9 papel das for\u00e7as (como as at\u00f4micas, por exemplo). Em resumo, o que forma a mat\u00e9ria e o que a unifica.<\/p>\n<p>Ao modificar o espa\u00e7o ao seu redor, o campo de Higgs impede algumas part\u00edculas de se movimentarem livremente a alta velocidade, como o f\u00f3ton, a part\u00edcula da luz, fazendo com que elas possam se aglomerar e criar pr\u00f3tons e n\u00eautrons que, combinados, formam a mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>A observa\u00e7\u00e3o da part\u00edcula de Higgs \u00e9 complexa: ela se desintegra muito rapidamente e m\u00e1quinas ainda mais potentes s\u00e3o necess\u00e1rias para avaliar o fen\u00f4meno em sua totalidade. O CERN j\u00e1 investe em novos colisores que facilitar\u00e3o esse tipo de experi\u00eancia.<\/p>\n<h2><strong>Acesso monitorado<\/strong><\/h2>\n<p>Lan\u00e7ado em 2008, ap\u00f3s dez anos de constru\u00e7\u00e3o, o superacelerador LHC \u00e9 um t\u00fanel de 27 quil\u00f4metros de circunfer\u00eancia, situado a mais de 100 metros abaixo do n\u00edvel do solo. O laborat\u00f3rio produz colis\u00f5es de feixes de pr\u00f3tons a at\u00e9 99,999999% da velocidade da luz.<\/p>\n<p>A <strong>RFI<\/strong> esteve no local onde est\u00e1 instalado o acelerador, em Meyrin, perto de Genebra e da fronteira com a Fran\u00e7a. A chamada &#8220;caverna&#8221; do LHC, no subterr\u00e2neo, estava inacess\u00edvel por conta do alto n\u00edvel de radia\u00e7\u00e3o, mas a reportagem p\u00f4de conhecer a sala de controle e tamb\u00e9m visitar o espa\u00e7o onde est\u00e1 o detector ATLAS &#8211; um dos quatro que atuam medindo as colis\u00f5es produzidas pelo LHC colisor e onde atua o cientista brasileiro.<\/p>\n<p>O acesso ao imenso complexo onde est\u00e1 situado o superacelerador \u00e9 monitorado: \u00e9 preciso apresentar credencial e passaporte e a visita s\u00f3 pode ser feita com o acompanhamento de um representante do centro, onde trabalham cerca de 13 mil pesquisadores e profissionais de 500 universidades de 100 pa\u00edses.<\/p>\n<p>A seguran\u00e7a \u00e9 m\u00e1xima: o centro utiliza a biometria ocular para gerenciar o acesso dos funcion\u00e1rios, que s\u00e3o reconhecidos pela \u00edris antes de entrar no t\u00fanel subterr\u00e2neo onde est\u00e1 o acelerador. Como nas usinas nucleares, eles tamb\u00e9m devem estar equipados com um aparelho para mediar a radia\u00e7\u00e3o e evitar acidentes.<\/p>\n<p>O chefe de opera\u00e7\u00f5es do LHC, J\u00f6rg Wenninger, recebeu a <strong>RFI<\/strong> na sala de controle do superacelerador &#8211; um amontoado de computadores que exibem n\u00fameros e c\u00f3digos indecifr\u00e1veis para leigos. Em torno, objetos ins\u00f3litos chamam a aten\u00e7\u00e3o do visitante, como a garrafa de champagne vazia usada para brindar a descoberta do B\u00f3son de Higgs, al\u00e9m de outras abertas para celebrar o lan\u00e7amento do acelerador, em 2008, ou outros feitos cient\u00edficos.<\/p>\n<p>Wenninger explica que o dia a dia no local \u00e9 permeado pela resolu\u00e7\u00e3o de problemas muitas vezes banais &#8211; quando falta eletricidade e acaba a energia ou h\u00e1 outras &#8220;panes&#8221; t\u00e9cnicas. Recentemente, o superacelerador foi &#8220;v\u00edtima&#8221; de uma doninha, animal que vive na mata ao redor e roeu um dos cabos. O incidente interrompeu o funcionamento da m\u00e1quina por semanas.<\/p>\n<p>Questionado sobre a detec\u00e7\u00e3o do Higgs, Wenninger ressalta que ela &#8220;n\u00e3o aconteceu em um dia&#8221;, mas ao longo de v\u00e1rios anos. &#8220;O dia da descoberta do b\u00f3son de Higgs \u00e9 o dia em que as experi\u00eancias puderam ser finalmente anunciadas, e seus resultados, oficialmente publicados. Cinco anos antes dessa descoberta, eu estava aqui, nessa sala de controle, tentando colocar o LHC para funcionar&#8221;, diz. &#8220;Fui uma esp\u00e9cie de &#8220;fornecedor&#8221; de Higgs&#8221;, brinca. &#8220;Eu os forne\u00e7o e depois eles devem ser encontrados pelos detectores no meio dessa chuva de part\u00edculas&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Neste dia 4 de julho, J\u00f6rg e sua equipe estar\u00e3o ocupados em colocar o LHC para funcionar ap\u00f3s tr\u00eas anos de manuten\u00e7\u00e3o. &#8220;Vamos estar &#8216;ensaiando&#8217; para que tudo d\u00ea certo e o acelerador volte a funcionar no dia 5&#8221;, conta. Durante esse per\u00edodo, os aceleradores que produzem os feixes para o LHC foram modificados para dobrar o fornecimento de part\u00edculas durante as colis\u00f5es. Testes foram realizados no ano passado e em abril deste ano. Os detectores tamb\u00e9m sofreram diversas modifica\u00e7\u00f5es e agora devem ser testados.<\/p>\n<p>&#8220;Estamos nos preparando para a pr\u00f3xima coleta de dados. J\u00e1 produzimos colis\u00f5es com a nova energia. S\u00e3o testes de engenharia para que tudo corra bem e no dia 5 de julho vamos iniciar, oficialmente, a coleta dos dados que batizamos de Run 3 do LHC&#8221;, explica.<\/p>\n<h2><strong>Como funciona?<\/strong><\/h2>\n<p>Como s\u00e3o produzidos os feixes de part\u00edculas que v\u00e3o colidir no acelerador? As part\u00edculas, detalha Wenninger, <a href=\"http:\/\/www.rfi.fr\/br\/ciencias\/20111102-livro-mostra-como-funciona-o-acelerador-de-particulas-lhc\">saem de um cilindro de g\u00e1s hidrog\u00eanio<\/a>, de onde os pr\u00f3tons s\u00e3o extra\u00eddos e pr\u00e9-acelerados por uma m\u00e1quina &#8211; um acelerador linear que faz com que os pr\u00f3tons &#8220;surfem&#8221; em uma onda eletromagn\u00e9tica, aumentando sua velocidade.<\/p>\n<p>Em seguida, as part\u00edculas s\u00e3o novamente aceleradas em um &#8220;booster&#8221;, como \u00e9 chamada a m\u00e1quina que injeta nelas a segunda dose de energia. Ap\u00f3s essa fase, os pr\u00f3tons s\u00e3o enviados para um primeiro s\u00edncrotron de pr\u00f3tons, um acelerador c\u00edclico criado em 1959, e depois para um super s\u00edncrotron de pr\u00f3tons, antes de chegar ao LHC.<\/p>\n<p>Cada detector do acelerador tem sua pr\u00f3pria equipe de especialistas, que conhece em detalhes seu funcionamento. Para gerenciar essa parafern\u00e1lia, a sala de controle do LHC funciona como um hospital: 24 horas por dia e 7 dias por semana.<\/p>\n<p>Para J\u00f6rg, <a href=\"http:\/\/www.rfi.fr\/br\/ciencias\/20100401-ciencia-entra-em-nova-fase-com-colisoes-de-protons\">o lan\u00e7amento do superacelerador, em 2008<\/a>, foi um dos dias mais importantes de sua vida. Ele mostra com entusiasmo as fotos do dia em que a m\u00e1quina entrou em funcionamento. At\u00e9 o \u00faltimo minuto, lembra, uma pane era poss\u00edvel. &#8220;Voc\u00ea n\u00e3o pode imaginar o stress que a gente estava sentindo. Voc\u00ea espera que tudo funcione, mas sempre podemos ser surpreendidos&#8221;, diz. &#8220;\u00c9 mais ou menos o mesmo problema que teremos em 5 de julho. Se no \u00faltimo minuto houver uma pane&#8230;\u00e9 assim&#8221;.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/ultimas-noticias\/rfi\/2022\/07\/04\/cern-celebra-10-anos-da-descoberta-do-boson-de-higgs-e-acelerador-de-particulas-retoma-colisoes.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s tr\u00eas anos de manuten\u00e7\u00e3o, o acelerador de part\u00edculas LHC, da Organiza\u00e7\u00e3o Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), em Meyrin, na fronteira entre a Fran\u00e7a e a Su\u00ed\u00e7a, est\u00e1 pronto para novas experi\u00eancias. 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