{"id":222,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/redmi-note-11-x-galaxy-a23-qual-intermediario-faz-mais-cobrando-menos-12-04-2022\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"redmi-note-11-x-galaxy-a23-qual-intermediario-faz-mais-cobrando-menos-12-04-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/redmi-note-11-x-galaxy-a23-qual-intermediario-faz-mais-cobrando-menos-12-04-2022\/","title":{"rendered":"Redmi Note 11 x Galaxy A23: qual intermedi\u00e1rio faz mais cobrando menos? &#8211; 12\/04\/2022"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Desde que chegou ao Brasil, a <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/xiaomi\/\">Xiaomi<\/a> ficou conhecida por vender um <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2021\/08\/06\/confira-os-planos-da-xiaomi-para-crescer-no-brasil-e-america-latina.htm\">atraente combo em seus aparelhos<\/a>: smartphones intermedi\u00e1rios com configura\u00e7\u00f5es avan\u00e7adas e pre\u00e7os mais acess\u00edveis. O exemplo mais recente desse conjunto \u00e9 o <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/04\/06\/xiaomi-inaugura-linha-redmi-note-11-no-brasil.htm\">Xiaomi Redmi Note 11<\/a>, lan\u00e7ado na \u00faltima semana.<\/p>\n<p>Contudo, a concorr\u00eancia n\u00e3o est\u00e1 atr\u00e1s. Empresas como a <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/samsung\/\">Samsung<\/a> continuam lan\u00e7ando modelos variados para competir por aqui. Por isso, escolhemos o Galaxy A23, que chegou ao Brasil no final de mar\u00e7o, para fazer parte do duelo de hoje.<\/p>\n<p>Abaixo comparamos a ficha t\u00e9cnica dos dois para te ajudar a fazer a melhor escolha poss\u00edvel. Os pre\u00e7os atuais n\u00e3o chegam a R$ 2.000. Confira.<\/p>\n<section class=\"infographic-embed\">\n<section class=\"infographic-highlights infographic-highlights-full no-half\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"image\">\n<figure class=\"photo no-adapt crop-750x72   figure\" data-format=\"\">\n<div class=\"image \">\n<div class=\"placeholder\">  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/especiais\/tilt\/2019\/icones\/review\/design_750x72.jpg\" class=\" \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;original&quot;}\" width=\"750\" height=\"72\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 9.6%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/section>\n<\/section>\n<p><strong>Samsung Galaxy A23:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Altura: 164,5 mm<\/li>\n<li>Largura: 76,9 mm<\/li>\n<li>Espessura: 8,4 mm<\/li>\n<li>Peso: 195 g<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Xiaomi Redmi Note 11:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Altura: 159,9 mm<\/li>\n<li>Largura: 73,9 mm<\/li>\n<li>Espessura: 8,1 mm<\/li>\n<li>Peso: 179 g<\/li>\n<\/ul>\n<p>Vamos come\u00e7ar pelas semelhan\u00e7as: tanto Galaxy A23 quanto Redmi Note 11 t\u00eam estruturas e traseiras feitas de pl\u00e1stico, algo comum nos aparelhos do segmento. H\u00e1 op\u00e7\u00f5es de cores para os dois:<\/p>\n<ul>\n<li>azul, preto e branco: A 23.<\/li>\n<li>cinza, azul e azul claro: Redmi Note 11 &#8211;s\u00f3 que com uma pintura que imita degrad\u00ea.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Em termos visuais eles s\u00e3o parecidos, com cantos arredondados e uma leve moldura envolvendo a tela. Na traseira o nicho de c\u00e2mera do Xiaomi se destaca mais em rela\u00e7\u00e3o aos seus arredores, mas passa um ar mais &#8220;tecnol\u00f3gico&#8221; do que o visto no Samsung.<\/p>\n<p>O Xiaomi \u00e9 levemente mais fino e menor do que o Samsung, mas a diferen\u00e7a \u00e9 m\u00ednima a ponto do usu\u00e1rio s\u00f3 perceber em situa\u00e7\u00f5es como na hora de coloc\u00e1-lo no bolso de uma cal\u00e7a mais justa.<\/p>\n<p><strong>VEREDITO:<\/strong> vit\u00f3ria do <strong>Redmi Note 11 <\/strong>por ser mais fino, mais leve e ter um visual mais ousado.<\/p>\n<section class=\"infographic-embed\">\n<section class=\"infographic-highlights infographic-highlights-full no-half\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"image\">\n<figure class=\"photo no-adapt crop-750x72   figure\" data-format=\"\">\n<div class=\"image \">\n<div class=\"placeholder\">  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/especiais\/tilt\/2019\/icones\/review\/tela_750x72.jpg\" class=\" \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;original&quot;}\" width=\"750\" height=\"72\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 9.6%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/section>\n<\/section>\n<p><strong>Samsung Galaxy A23<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>PLS LCD de 6,6 polegadas (16,7 cm)<\/li>\n<li>Resolu\u00e7\u00e3o Full HD+ de 1.080 x 2.408 pixels<\/li>\n<li>Taxa de atualiza\u00e7\u00e3o: 90 Hz<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Xiaomi Redmi Note 11<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Amoled de 6,43 polegadas (16,3 cm)<\/li>\n<li>Resolu\u00e7\u00e3o Full HD+ de 1.080 x 2.400 pixels<\/li>\n<li>Taxa de atualiza\u00e7\u00e3o: 90 Hz<\/li>\n<\/ul>\n<p>Aqui, nem vale falar do tamanho da tela: a diferen\u00e7a de polegadas \u00e9 m\u00ednima entre os aparelhos.<\/p>\n<p>O ponto mais distinto est\u00e1 no tipo de painel utilizado. O Xiaomi usa Amoled, solu\u00e7\u00e3o geralmente vista em celulares mais caros e que tem como vantagem em rela\u00e7\u00e3o ao PLS LCD os n\u00edveis de brilho, contraste e economia de energia.<\/p>\n<p>J\u00e1 as cores da tela do Samsung tendem a ser levemente melhores, bem como os n\u00edveis de branco. Ainda assim, acaba sendo mais agrad\u00e1vel ver imagens na tela de um aparelho com a tecnologia do Redmi Note 11, o que se torna um atrativo para quem curte ver v\u00eddeos e jogar no <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/smartphone\/\">celular<\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>VEREDITO:<\/strong> vit\u00f3ria do <strong>Redmi Note 11<\/strong>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<section class=\"infographic-embed\">\n<section class=\"infographic-highlights infographic-highlights-full no-half\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"image\">\n<figure class=\"photo no-adapt crop-750x72   figure\" data-format=\"\">\n<div class=\"image \">\n<div class=\"placeholder\">  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/especiais\/tilt\/2019\/icones\/review\/bateria_750x72.jpg\" class=\" \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;original&quot;}\" width=\"750\" height=\"72\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 9.6%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/section>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Samsung Galaxy A23<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Xiaomi Redmi Note 11<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os dois aparelhos t\u00eam bateria de grande capacidade, com 5.000 mAh. Em geral, isso significa mais de um dia sem a necessidade de recarga.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A dupla traz carregador na caixa, mas enquanto o Samsung oferece um modelo de pot\u00eancia intermedi\u00e1ria, o Xiaomi ganha pontos ao trazer um adaptador de 33 W que, segundo a marca, preenche completamente a bateria em uma hora.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>VEREDITO:<\/strong> vit\u00f3ria do <strong>Redmi Note 11 <\/strong>por trazer um carregador mais potente de f\u00e1brica.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<section class=\"infographic-embed\">\n<section class=\"infographic-highlights infographic-highlights-full no-half\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"image\">\n<figure class=\"photo no-adapt crop-750x72   figure\" data-format=\"\">\n<div class=\"image \">\n<div class=\"placeholder\">  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/especiais\/tilt\/2019\/icones\/review\/camera_750x72.jpg\" class=\" \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;original&quot;}\" width=\"750\" height=\"72\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 9.6%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/section>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Samsung Galaxy A23<\/strong><\/p>\n<ul dir=\"ltr\">\n<li>Traseira: grande angular de 50 MP, ultra-angular de 5 MP, macro de 2 MP e sensor de profundidade de 2 MP<\/li>\n<li>Frontal: grande angular de 8 MP<\/li>\n<\/ul>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Xiaomi Redmi Note 11<\/strong><\/p>\n<ul dir=\"ltr\">\n<li>Traseira: grande angular de 50 MP, ultra-angular de 8 MP, macro de 2 MP e sensor de profundidade de 2 MP<\/li>\n<li>Frontal: grande angular de 13 MP<\/li>\n<\/ul>\n<p dir=\"ltr\">Os dois aparelhos trazem n\u00fameros bem similares quando falamos em megapixels, com leve vantagem para o Xiaomi no sensor da lente ultra-angular. Em teoria, fotos com \u00e2ngulo mais aberto tendem a levar vantagem no Redmi Note 11, mas em n\u00fameros isso n\u00e3o deve ser nada gritante.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em termos de configura\u00e7\u00f5es, os dois aparelhos usam a mesma combina\u00e7\u00e3o de lentes atr\u00e1s, com tr\u00eas c\u00e2meras funcionais e um sensor dedicado de profundidade (para fazer aquelas fotos com fundo desfocado). E, considerando isso, a \u00eanfase s\u00e3o as imagens de m\u00e9dia e curta dist\u00e2ncia, dada a aus\u00eancia de uma lente teleobjetiva.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>VEREDITO:<\/strong> <strong>empate<\/strong>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A c\u00e2mera frontal do Xiaomi tem mais megapixels, mas a do Samsung tem uma abertura maior. Se a ideia \u00e9 tirar fotos em ambientes de pouca ilumina\u00e7\u00e3o, em teoria o Galaxy A23 deve se sair melhor.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Contudo, considerando circunst\u00e2ncias mais convencionais de fotos em locais com ilumina\u00e7\u00e3o equilibrada (artificial ou natural), o sensor do Xiaomi tende a fazer mais diferen\u00e7a.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>VEREDITO:<\/strong> vit\u00f3ria do <strong>Redmi Note 11<\/strong>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<section class=\"infographic-embed\">\n<section class=\"infographic-highlights infographic-highlights-full no-half\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"image\">\n<figure class=\"photo no-adapt crop-750x72   figure\" data-format=\"\">\n<div class=\"image \">\n<div class=\"placeholder\">  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/especiais\/tilt\/2019\/icones\/review\/desempenho_750x72.jpg\" class=\" \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;original&quot;}\" width=\"750\" height=\"72\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 9.6%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/section>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Samsung Galaxy A23<\/strong><\/p>\n<ul dir=\"ltr\">\n<li>Processador: Qualcomm Snapdragon 680 (2,4 GHz, octa-core)<\/li>\n<li>Mem\u00f3ria RAM: 4 GB<\/li>\n<li>Armazenamento: 128 GB (expans\u00edvel com cart\u00e3o microSD)<\/li>\n<\/ul>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Xiaomi Redmi Note 11<\/strong><\/p>\n<ul dir=\"ltr\">\n<li>Processador: Qualcomm Snapdragon 680 (2,4 GHz, octa-core)<\/li>\n<li>Mem\u00f3ria RAM: 4 GB ou 6GB<\/li>\n<li>Armazenamento: 128 GB (expans\u00edvel com cart\u00e3o microSD)<\/li>\n<\/ul>\n<p dir=\"ltr\">Galaxy A23 e Redmi Note 11 usam exatamente o mesmo SoC (System on Chip, ou sistema no chip, solu\u00e7\u00e3o que engloba processador, placa de v\u00eddeo e modem). A diferen\u00e7a de desempenho entre os dois, portanto, tem tudo para ser impercept\u00edvel.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Aqui, a \u00fanica vantagem do Xiaomi \u00e9 oferecer uma op\u00e7\u00e3o a mais para quem for comprar: \u00e9 poss\u00edvel pagar mais caro e levar para casa a vers\u00e3o com 6 GB de RAM (que ajuda no desempenho).<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>VEREDITO: empate.<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<section class=\"infographic-embed\">\n<section class=\"infographic-highlights infographic-highlights-full no-half\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"image\">\n<figure class=\"photo no-adapt crop-750x72   figure\" data-format=\"\">\n<div class=\"image \">\n<div class=\"placeholder\">  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/especiais\/tilt\/2019\/icones\/review\/recursos-e_750x72.jpg\" class=\" \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;original&quot;}\" width=\"750\" height=\"72\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 9.6%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/section>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\">Outro ponto no qual os dois smartphones s\u00e3o bem equivalentes. Eles t\u00eam desbloqueio por biometria na lateral.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O \u00fanico diferencial \u00e9 um sistema do Galaxy A23 que transforma parte do armazenamento em mem\u00f3ria RAM, permitindo melhor desempenho em games e aplicativos mais pesados.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>VEREDITO:<\/strong> vit\u00f3ria do <strong>Galaxy A23<\/strong> por dar mais versatilidade para quem gosta de jogar com o celular.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<section class=\"infographic-embed\">\n<section class=\"infographic-highlights infographic-highlights-full no-half\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"image\">\n<figure class=\"photo no-adapt crop-750x72   figure\" data-format=\"\">\n<div class=\"image \">\n<div class=\"placeholder\">  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/especiais\/tilt\/2019\/icones\/review\/cbeneficio-a_750x72.jpg\" class=\" \" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;original&quot;}\" width=\"750\" height=\"72\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 9.6%\"\/><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<\/div><\/div>\n<\/section>\n<\/section>\n<ul dir=\"ltr\">\n<li><strong>Samsung Galaxy A23:<\/strong> R$ 1.999 no lan\u00e7amento; hoje \u00e9 poss\u00edvel encontr\u00e1-lo por R$ 1.799.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Xiaomi Redmi Note 11:<\/strong> R$ 1.599,99 em seu pre\u00e7o promocional; atualmente, custa a partir de R$ 1.182.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Apesar de serem aparelhos novos, \u00e9 poss\u00edvel notar que os pre\u00e7os j\u00e1 ca\u00edram um pouco. O mais curioso \u00e9 o da Xiaomi, que oficialmente custa R$ 2.599,99. Mas uma busca r\u00e1pida na internet exibe op\u00e7\u00f5es bem mais em conta. Elas n\u00e3o passam de R$ 1.400 em lojas varejistas.<\/p>\n<p>Sendo assim, o aparelho da Xiaomi garante uma vit\u00f3ria confort\u00e1vel nesse comparativo, j\u00e1 que ele n\u00e3o deve em nada ao Samsung e at\u00e9 apresenta caracter\u00edsticas mais avan\u00e7adas. Essa situa\u00e7\u00e3o s\u00f3 se inverteria caso o valor dele superasse o do A23.<\/p>\n<p><strong>RESULTADO FINAL:<\/strong> no momento do fechamento deste texto, vit\u00f3ria do <strong>Redmi Note 11<\/strong> pelo melhor custo-benef\u00edcio.<\/p>\n<p><strong>O UOL pode receber uma parcela das vendas pelos links recomendados neste conte\u00fado.<\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/04\/12\/redmi-note-11-x-galaxy-a23-qual-intermediario-faz-mais-cobrando-menos.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde que chegou ao Brasil, a Xiaomi ficou conhecida por vender um atraente combo em seus aparelhos: smartphones intermedi\u00e1rios com configura\u00e7\u00f5es avan\u00e7adas e pre\u00e7os mais acess\u00edveis. 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