{"id":1471,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/tvs-de-tubo-conquistam-fas-nostalgicos-e-chegam-a-custar-r-4-mil\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"tvs-de-tubo-conquistam-fas-nostalgicos-e-chegam-a-custar-r-4-mil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/tvs-de-tubo-conquistam-fas-nostalgicos-e-chegam-a-custar-r-4-mil\/","title":{"rendered":"TVs de tubo conquistam f\u00e3s nost\u00e1lgicos e chegam a custar R$ 4 mil"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Comprar uma televis\u00e3o hoje em dia envolve pesquisar caracter\u00edsticas como resolu\u00e7\u00e3o (na l\u00f3gica do &#8220;quanto maior, melhor&#8221;), acesso \u00e0 internet (para usar aplicativos de <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/streaming\/\">streaming<\/a>), n\u00famero de conex\u00f5es HDMI, tamanho da tela e, claro, pre\u00e7o. Para uma parcela de consumidores, por\u00e9m, nenhuma TV moderna com todos esses recursos \u00e9 capaz de entregar algo totalmente ef\u00eamero: a nostalgia.<\/p>\n<p>Eles preferem aparelhos praticamente esquecidos do grande p\u00fablico h\u00e1 cerca de duas d\u00e9cadas: as TVs de tubo. Presente em boa parte dos lares brasileiros at\u00e9 a primeira metade dos anos 2000, esses t\u00edpicos exemplares de tecnologia do passado t\u00eam visto sua procura aumentar nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>&#8220;O interesse aumentou bastante. O que era considerado lixo por muita gente acabou virando rel\u00edquia&#8221;, diz o t\u00e9cnico em eletr\u00f4nica F\u00e1bio Michelin, dono da Gamescare, oficina especializada em manuten\u00e7\u00e3o e modifica\u00e7\u00e3o de videogames antigos. &#8220;J\u00e1 vi aparelhos do tipo \u00e0 venda com pre\u00e7os na casa de milhares de reais&#8221;, complementa.<\/p>\n<p>Pode parecer absurdo, mas n\u00e3o \u00e9. \u00c9 claro que, pesquisando em classificados, \u00e9 poss\u00edvel encontrar TVs desse tipo vendidas por pre\u00e7os bem baixos, mas geralmente se tratam de aparelhos com problemas ou, ainda, de marcas mais &#8220;baratas&#8221;.<\/p>\n<p>Um exemplo oposto s\u00e3o os modelos da linha Wega, produzida pela Sony, vendidas no Brasil na segunda metade dos anos 1990 e in\u00edcio dos anos 2000. Para os f\u00e3s de TV de tubo, essa linha \u00e9 uma esp\u00e9cie de &#8220;Santo Graal&#8221;. Uma unidade na caixa e sem uso (algo poss\u00edvel de se encontrar hoje em dia gra\u00e7as a lotes do aparelho que acabaram arrematados em leil\u00f5es) ultrapassa os R$ 4 mil.<\/p>\n<p>\u00c9 um pre\u00e7o superior a algumas TVs de ponta atuais, como modelos de 55 polegadas da linha QLED da <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/samsung\/\">Samsung<\/a>, e pr\u00f3ximo de aparelhos OLED da LG.<\/p>\n<p>Mas por que h\u00e1 pessoas interessadas em ter uma TV que ocupa consideravelmente mais espa\u00e7o e produz uma imagem &#8220;pior&#8221;?<\/p>\n<h2>Al\u00e9m do saudosismo<\/h2>\n<p>A j\u00e1 citada nostalgia \u00e9 um dos fatores que impulsionam o movimento. \u00c9 semelhante ao <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2019\/05\/23\/saiba-como-funcionam-os-discos-de-vinil-queridinhos-dos-fas-de-musica.htm\">caso das vitrolas e dos discos de <\/a><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2019\/05\/23\/saiba-como-funcionam-os-discos-de-vinil-queridinhos-dos-fas-de-musica.htm\">vinil<\/a> nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>H\u00e1, por\u00e9m, um diferencial: a maior parte do p\u00fablico interessado tamb\u00e9m se apega \u00e0s caracter\u00edsticas t\u00e9cnicas desses &#8220;dinossauros&#8221;.<\/p>\n<p>Um exemplo s\u00e3o os colecionadores de videogames antigos. O tecn\u00f3logo em automa\u00e7\u00e3o Industrial Filipe Prates Nunes \u00e9 um deles.<\/p>\n<p><cite>Eu comecei a colecionar em meados de 2013, quando comprei um Nintendo 64 de uma pessoa que trabalhava comigo e ia se desfazer do aparelho. Eu nem pensava em colecionar, mas bastou ligar o videogame que surgiu a vontade de comprar outros.<\/cite> <strong>Filipe Prates Nunes.<\/strong><\/p>\n<p>Atualmente ele tem 18 videogames antigos, mas ao inv\u00e9s buscar alternativas para conseguir lig\u00e1-los em uma TV moderna, ele acabou apostando em uma TV de tubo.<\/p>\n<div class=\"photoembed-wrapper\">\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x421 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/94\/2022\/05\/24\/tv-de-tubo-usada-por-colecionador-de-videogames-1653400288356_v2_750x421.jpg\" class=\"pinit-img\" alt=\"TV de tubo usada por colecionador de videogames - Filipe Prates Nunes - Arquivo pessoal - Filipe Prates Nunes - Arquivo pessoal\" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x253&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x421&quot;,&quot;md&quot;:&quot;600x337&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x421&quot;}\" width=\"750\" height=\"421\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 56.13333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-title\">\n<p>Nunes coleciona videogames e n\u00e3o dispensa uma TV de \u00e9poca para ter a experi\u00eancia mais fiel poss\u00edvel<\/p>\n<p> <span>Imagem: Filipe Prates Nunes &#8211; Arquivo pessoal<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>&#8220;Foram v\u00e1rios fatores que me fizeram seguir por esse rumo, como a nostalgia, a oportunidade de comprar uma boa TV por um pre\u00e7o interessante e ter espa\u00e7o dispon\u00edvel para ela de forma a deixar os consoles j\u00e1 conectados, sem ter que ficar instalando toda vez que eu quero jogar&#8221;, explica. &#8220;Al\u00e9m disso, eu acho mais legal a imagem que a TV de tubo entrega.&#8221;<\/p>\n<p>Mas, se as TVs atuais oferecem resolu\u00e7\u00e3o e tecnologia superiores, o que faz os televisores de tubo serem melhores na hora de ligar um aparelho antigo?<\/p>\n<h2>Cada um na sua \u00e9poca<\/h2>\n<p>A maioria das TVs atuais t\u00eam pequenas &#8220;luzinhas&#8221; (os LEDs), que acendem individualmente para formar as imagens na tela.<\/p>\n<p>J\u00e1 as TVs de tubo usam um processo mais complexo. O tal &#8220;tubo&#8221; \u00e9 uma estrutura que lembra um funil, sendo que a parte de maior \u00e1rea \u00e9 a tela em si. No fundo dele (a parte mais estreita), h\u00e1 tr\u00eas canh\u00f5es que liberam el\u00e9trons quando recebem uma forte <span>tens\u00e3o<\/span> el\u00e9trica. Esses feixes de el\u00e9trons seguem em linha reta na dire\u00e7\u00e3o da tela e t\u00eam sua trajet\u00f3ria controlada por eletro\u00edm\u00e3s.<\/p>\n<p>Em uma TV a cores, cada um dos tr\u00eas feixes \u00e9 respons\u00e1vel por uma cor b\u00e1sica: vermelho, verde ou azul (da\u00ed o sistema crom\u00e1tico ser conhecido por RGB: &#8220;red&#8221;, &#8220;green&#8221; e &#8220;blue&#8221;).<\/p>\n<p>Esses filetes varrem a tela em alta velocidade e nela encontram outro material: o f\u00f3sforo. Ent\u00e3o, ocorre uma rea\u00e7\u00e3o que forma as cores e, consequentemente, cada pixel da imagem. A varia\u00e7\u00e3o de tons tem a ver com feixes distintos e com as diferentes intensidades com que incidem no mesmo local.<\/p>\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o dessas telas \u00e9 de 640 por 480 pixels; enquanto em TVs 4K esse n\u00famero salta para 3.840 x 2.160 pixels. Mas aparelhos antigos, como videogames e videocassetes, foram criados para se aproveitar da resolu\u00e7\u00e3o padr\u00e3o na \u00e9poca.<\/p>\n<p>Eles tamb\u00e9m foram elaborados pensando na propor\u00e7\u00e3o da imagem exibida por essas TVs, de 4:3, que \u00e9 um pouco mais &#8220;quadrada&#8221;. O das TVs atuais, 16:9, \u00e9 um ret\u00e2ngulo horizontal mais similar \u00e0 tela de cinema.<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es incompat\u00edveis \u00e9 facilmente contorn\u00e1vel nas TVs modernas, j\u00e1 que elas permitem ajustar a imagem com barras pretas na laterais, sem precisar estic\u00e1-la para ocupar toda a tela.<\/p>\n<p>O maior problema, no entanto, ocorre com a resolu\u00e7\u00e3o. As TVs modernas realizam um processo chamado upscaling, que consiste em tratar a imagem recebida de forma a aumentar artificialmente sua resolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Funciona bem quando uma imagem digital em Full HD (1.920 por 1.080 pixels) \u00e9 exibida em uma tela 4K. Mas, quando a imagem vem de um aparelho antigo&#8230; a deiferen\u00e7a de resolu\u00e7\u00e3o \u00e9 enorme. E o sinal \u00e9 gerado analogicamente &#8211; as TVs atuais s\u00f3 trabalham com sinal digital. O resultado desse upascaling t\u00e3o radical \u00e9 uma imagem de baixa qualidade, geralmente borrada e com pouca defini\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Isso significa que voc\u00ea sempre ter\u00e1 um resultado ruim se ligar um desses aparelhos em uma TV moderna? Na verdade, n\u00e3o.<\/p>\n<h2>Uma ajudinha extra<\/h2>\n<p>Quando o upscaling da TV n\u00e3o d\u00e1 conta, entram em cena aparelhos destinados a esse fim: os scalers.<\/p>\n<p>&#8220;Eles digitalizam o sinal enviado por um videogame, por exemplo, e aumentam essa resolu\u00e7\u00e3o para at\u00e9 1.920 x 1.080 pixels, tornando-o mais adequado para as TVs modernas. E conseguem fazer esse tratamento com pouco ou nenhum atraso, especialmente aqueles desenvolvidos especialmente para games&#8221;, explica Michelin.<\/p>\n<p>Um desses aparelhos, chamado GBS Control, \u00e9 fabricado pelo pr\u00f3prio Michelin e, no Brasil, \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o em termos de custo-benef\u00edcio.<\/p>\n<p>Ter em m\u00e3os um scaler, no entanto, \u00e9 apenas parte da jornada. Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio comprar cabos espec\u00edficos (que variam de acordo com o tipo de conector de sa\u00edda dos aparelhos ) e, \u00e0s vezes, at\u00e9 mesmo fazer modifica\u00e7\u00f5es. \u00c9 um processo que pode sair caro, mas tende a resultar em uma qualidade de imagem do mesmo n\u00edvel do obtido em uma TV de tubo.<\/p>\n<h2>E se voc\u00ea quiser uma TV de tubo mesmo assim?<\/h2>\n<p>Se a ideia \u00e9 reviver o passado, h\u00e1 algumas recomenda\u00e7\u00f5es na hora de procurar esse tipo de aparelho.<\/p>\n<p>A primeira \u00e9 evitar comprar televisores de marcas menos reconhecidas ou muito baratos. H\u00e1 boas chances de voc\u00ea acabar levando para casa uma TV com defeito, que pode virar uma enorme <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/vivabem\/noticias\/redacao\/2019\/04\/30\/dor-de-cabeca-tem-diferentes-tipos-e-causas-veja-como-prevenir-e-tratar.htm\">dor de cabe\u00e7a<\/a>. At\u00e9 porque, hoje em dia, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil encontrar especialistas nesse tipo de conserto.<\/p>\n<p>&#8220;As TVs antigas eram mais suscet\u00edveis a apresentar defeitos e eram menos confi\u00e1veis do que as atuais&#8221;, diz Eduardo <span>Pouzada<\/span>, doutor e professor de Engenharia El\u00e9trica do <span>IMT<\/span> (Instituto Mau\u00e1 de Tecnologia).<\/p>\n<p>&#8220;Um ponto cr\u00edtico \u00e9 o pr\u00f3prio tubo, um componente que gera calor e demanda alimenta\u00e7\u00e3o de alta tens\u00e3o, cerca de 26 mil volts. Ent\u00e3o a TV precisa estar em um ambiente aberto para ventila\u00e7\u00e3o, mas a\u00ed existe a possibilidade do ac\u00famulo de p\u00f3 afetar os circuitos de alta tens\u00e3o. At\u00e9 a pr\u00f3pria fragilidade mec\u00e2nica do tubo tornam esses aparelhos sujeitos a problemas&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, se voc\u00ea for comprar um usado, \u00e9 mais seguro apostar em marcas topo de linha da \u00e9poca. E sempre teste o produto antes de fechar neg\u00f3cio, para checar se a imagem aparece sem manchas ou distor\u00e7\u00f5es. Caso ela esteja em bom estado, a instala\u00e7\u00e3o na sua casa precisa ser em um m\u00f3vel arejado e resistente (afinal, elas s\u00e3o pesadas). E, se poss\u00edvel, deixe a TV coberta quando ela n\u00e3o estiver em uso, para evitar o ac\u00famulo de p\u00f3.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/06\/03\/televisoes-tubo-nostalgia.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comprar uma televis\u00e3o hoje em dia envolve pesquisar caracter\u00edsticas como resolu\u00e7\u00e3o (na l\u00f3gica do &#8220;quanto maior, melhor&#8221;), acesso \u00e0 internet (para usar aplicativos de streaming), n\u00famero de conex\u00f5es HDMI, tamanho da tela e, claro, pre\u00e7o. 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